Sopa Seca de Margem é rainha gastronómica da Feira Mostra de Gavião. Foto: mediotejo.net

A sopa seca é um prato tradicional da freguesia de Margem, no concelho de Gavião, um prato tradicional que só é servido ao público em dias de festa, tendo por estes dias sido a iguaria rainha na gastronomia da Feira Mostra de Gavião.

Servida e confecionada pelos colaboradores do Centro Social de Margem, o mediotejo.net foi saber o segredo do sucesso da sopa seca junto da cozinheira Rosinda Morgado, que nos contou o segredo que herdou da sua mãe e explicou o conteúdo e o modo de preparação, que é simples, mas demorado.

Maria José Baltazar, diretora técnica do Centro Social de Margem e Rosinda Morgado, cozinheira, falaram dos ingredientes onde assenta o sucesso da sopa seca. Foto: mediotejo.net

Maria José Baltazar, diretora técnica do Centro Social de Margem e Rosinda Morgado, cozinheira do Centro Social destacam a presença de quatro tipos diferentes de carne – chouriça, galinha, chispe de porco, lombo seco – , para além de paio, pão tradicional com dois dias (tipo alentejano de preferência), cebola picada, alho e hortelã.

As carnes são cozidas em conjunto, sendo depois desfiadas e misturadas. Foto: mediotejo.net

As carnes, são depois cozidas em conjunto e com cebola picada, alho, hortelã e salsa, são desfiadas e misturadas. Quando estão no ponto retiram-se e reserva-se o caldo, para regar o prato, o que cada um fará a seu gosto.

A Sopa Seca é um prato tradicional da freguesia de Margem, no concelho de Gavião, um prato tradicional que só é servido ao público em dias de festa. Foto: mediotejo.net

Este domingo ainda o poderá fazer, na última noite de Feira Mostra de Gavião que decorre desde sexta-feira no Jardim do Cruzeiro. O brinde à gastronomia tradicional poderá ser feito com o vinho da casa e ao som dos Amor Electro.

O restaurante do Centro Social de Margem não tem ‘mãos a medir’ na resposta às solicitações. Foto: mediotejo.net

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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