Gavião recebe especialistas para seminário sobre emergência climática. Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

A Câmara de Gavião promove na sexta-feira, dia 20 de março, no Cine-Teatro Francisco Ventura, o seminário “Alterações Climáticas e Eventos Meteorológicos Extremos”. A iniciativa, organizada pela Proteção Civil Municipal, visa sensibilizar a comunidade e reforçar a preparação face aos crescentes desafios ambientais.

Numa altura particularmente sensível para o país, em que sucessivas tempestades deixaram marcas significativas em várias regiões, esta iniciativa assume especial relevância. O evento constitui uma oportunidade de partilha de conhecimento e aprendizagem sobre uma temática que se afirma, cada vez mais, como uma realidade presente no quotidiano.

O programa, dividido entre manhã e tarde, conta com um painel de especialistas de renome. Entre os temas em destaque estão a monitorização de recursos hídricos pela Agência Portuguesa do Ambiente, a análise de fenómenos meteorológicos pelo IPMA e o papel da comunicação social em situações de emergência, com a presença do jornalista Hugo Alcântara (SIC).

No período da tarde, o foco recairá sobre a resposta operacional. O 2º Comandante Nacional da ANEPC, José Ribeiro, apresentará um estudo de caso sobre a “tempestade DANA Valência”, seguido de intervenções da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Força Especial de Proteção Civil (FEPC) e dos Corpos de Bombeiros do Distrito de Portalegre.

O evento, que inclui uma demonstração de meios, encerra com uma sessão pela CCDR Alentejo. O município convida toda a população a participar, reforçando que uma comunidade informada é uma comunidade mais resiliente.

A participação no seminário, que terá lugar no Cine-Teatro Francisco Ventura, em Gavião, é gratuita, embora sujeita a inscrição obrigatória. Os interessados deverão garantir o seu lugar através da leitura do QR Code disponibilizado no cartaz ou através dos contactos telefónicos 241 639 078 e 911 920 012.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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