Foto: mediotejo.net

O orçamento da Câmara de Gavião para 2025 é de 11 milhões de euros (ME) e foi aprovado por “unanimidade” em reunião do executivo, informou o presidente do município, José Pio (PS). O autarca, que está a cumprir o terceiro e último mandato, indicou que o orçamento para 2025 é “ligeiramente inferior” ao deste ano, em cerca de 200 mil euros.

O orçamento da Câmara de Gavião para 2025 foi aprovado, por unanimidade, pelos três eleitos do PS, um eleito do PSD e um outro da CDU, no dia 20 de novembro, em reunião ordinária do executivo municipal.

“Nós mantemos todas as prioridades que tínhamos definido logo no início do meu mandato, que é a educação, o emprego, o desenvolvimento económico e o turismo, para além da ação social”, disse.

De acordo com José Pio, o orçamento “reflete apenas” o início de um novo quadro comunitário, onde as candidaturas estão “ainda numa fase embrionária”, o que leva a autarquia a ser “prudente” nas ações que desenvolve.

“No entanto, temos quatro ou cinco obras que devem merecer a nossa atenção neste quadro comunitário”, acrescentou.

Segundo José Pio, a recuperação do jardim em frente ao edifício do município, a reabilitação da Estrada Velha de Gavião, as casas do Bairro Tropa, um largo na freguesia rural de Comenda e a recuperação da antiga escola primária de Vale de Gaviões, que “provavelmente será alocada” à estratégia local de habitação, são alguns dos projetos a desenvolver.

“Estão todas [estas obras] em fase de projeto, mas a recuperação da Estrada Velha de Gavião é uma obra de grande dimensão. Num futuro Plano Diretor Municipal (PDM) esta zona terá de passar de reserva agrícola a zona habitacional. Neste momento provisionámos apenas de forma a deixar a rubrica aberta, mas nunca será um investimento de menos de 1,5 milhões de euros”, disse.

Em termos de impostos municipais, a autarquia decidiu manter a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 0,30% (a lei prevê que o valor se situe entre 0,30% e 0,45%, consoante decisão de cada autarquia), e a taxa de participação do município no IRS (5%) é devolvida aos habitantes do concelho. De acordo com o autarca, o município também não aplica taxa de derrama.

“Vamos também manter todos os apoios sociais, que já eram uma marca do município, bem como as bolsas de estudo que atribuímos aos alunos do ensino superior”, acrescentou.

O documento será votado no dia 16 deste mês pela Assembleia Municipal de Gavião, composta por 11 eleitos do PS, quatro do PSD, três da CDU e um do partido Chega.

C/LUSA

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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