Reunião de Câmara Municipal de Gavião. Créditos: mediotejo.net

A Câmara Municipal de Gavião aprovou a aquisição de um terreno, em Atalaia, para a construção de uma nova Zona Industrial no concelho. A proposta foi aprovada por unanimidade em reunião de executivo.

O concelho vai ter uma nova Zona Industrial em Atalaia, junto à Estrada Nacional 118, uma vez que a Zona Industrial de Gavião “está cheia”, deu conta o presidente da Câmara, José Pio. A proposta de aquisição de um prédio rústico de 18 hectares, em Atalaia, para a sua futura criação, foi aprovado pelo executivo municipal por unanimidade, na última reunião de Câmara.

José Pio (PS) explicou as razões da escolha do local, adquirido por 90 mil euros, “uma negociação favorável”, disse, justificando também com a boa localização, “perto da EN 118, perto do IP2, aproximando-se cada vez mais de Espanha” e também porque o terreno “não tem sobreiros”. Além disso, segundo o autarca, é o momento certo tendo em conta a revisão do Plano Diretor Municipal que se encontra em preparação, havendo a perspetiva de conclusão em 18 meses.

O presidente deu ainda conta da intenção da Câmara candidatar o projeto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Ao nosso jornal José Pio disse tratar-se da aquisição do espaço, o “primeiro passo” para uma nova Zona Industrial em Gavião. “Projetos, número de lotes, infraestruturação serão avaliados num tempo posterior”, acrescentou.

ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA, JOSÉ PIO:

Quanto à Zona Industrial da Comenda, o vice-presidente, António Severino, “espera que o projeto, a implementar lá, ocupe” o espaço.

Considerou “um passo muito importante e fundamental para o futuro do concelho. As zonas industriais todos sabemos que são essenciais para estes territórios. Sem termos um espaço devidamente preparado e infraestruturado não podemos ambicionar a atração de novos investimentos”, concluiu.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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