A nova equipa diretiva do Centro Cultual e Recreativo de Domingos da Vinha, em Belver, Gavião, tomou posse no sábado, dia 11 de maio. Foto: DR

A nova equipa diretiva do Centro Cultual e Recreativo de Domingos da Vinha, em Belver, Gavião, tomou posse no sábado, dia 11 de maio, sendo a mesma presidida por João Ramos, que renovou o mandato à frente da instituição.

A sede do CCR de Domingos da Vinha funciona diariamente naquela aldeia com espaço de convívio e café para a comunidade, assegurando a abertura do museu contíguo (por marcação), e diversas outras atividades, como almoços convívio, um convívio anual com uma sardinhada, sempre pelo dia 1 julho, um passeio anual, que se realiza em setembro, a festa de São Martinho, no dia 11 novembro, e a tradicional festa da passagem do ano, entre outras atividades.

Lista completa dos órgãos sociais resultantes da Assembleia-Geral de 23 de março:

Assembleia Geral:

Presidente – Paulo Alexandre Carvalheira do Rosário Pereira sócio nº 124

1º Secretário – António Fernandes Paulo – sócio nº 34

2º Secretário – Hélio Ricardo Matias Silvestre – sócio nº 164

Suplente – Ilda de Matos Martins Severino – sócio nº 62

Direcção

Presidente – João dos Santos Morgado Ramos – sócio nº 42

Secretário – Vítor Manuel Freire dos Santos – sócio nº 81

Tesoureiro – José Marques Pio – sócio nº 45

Suplente – José Manuel Marques de Matos – sócio nº 98

Suplente – António Rosa Marques – sócio nº 88

Suplente – Ricardo Jorge de Matos Marques – sócio nº 104

Conselho Fiscal

Presidente – Filipe Eduardo Elvas Galvão sócio nº 92

Secretário – António José Matos Rocha sócio nº 87

Relator – Lídia Fernandes Costa sócio nº 167

Suplente – João Ivo de Matos Fernandes sócio nº 39

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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