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A Câmara Municipal de Gavião quer construir um Canil/Gatil Municipal ainda durante este mandato. Município associado do Canil de Proença-a-Nova, o presidente José Pio reconhece as dificuldades de transportar até àquele município do distrito de Castelo Branco um animal errante sempre que necessário. A somar a essa dificuldade, e apesar da autarquia ter assumido a transferência de competências na área de Proteção e Saúde Animal, ficou sem veterinário.

A Câmara Municipal de Nisa denunciou o contrato que estabeleceu com o vizinho Gavião disponibilizando o veterinário municipal e a autarquia gavionense ficou sem serviço de veterinário.

A situação foi tornada pública na última reunião de executivo municipal, com o presidente da Câmara, José Pio (PS), a afirmar que Gavião “não precisa de uma veterinário a tempo inteiro, um veterinário a tempo parcial serve perfeitamente”  apesar da autarquia ter assumido a transferência de competências na área de Proteção e Saúde Animal.

“Porque estávamos bem servidos de serviço de veterinário”, justificou. A intenção do executivo passa agora por estabelecer “um protocolo com clínica veterinária de Gavião, dando sustentabilidade à clínica e garantindo o serviço na Câmara Municipal”, pelo menos até que a autarquia “tenha obrigatoriamente de ter um veterinário no seu quadro de pessoal”, acrescentou.

Prevendo-se que tal aconteça aquando da construção do Canil/Gatil Municipal, ainda durante o atual mandato, perspetiva o presidente, numa candidatura a fundos comunitários do Portugal 2030.

“Estamos muito empenhados em construir um Canil Municipal e nessa altura vamos ter de abrir um lugar para um veterinário. Neste momento não temos serviço para dar ao veterinário municipal”, admite, uma vez que o Mercado Municipal não vende “vivos”, e peixe “apenas uma vez por semana”, explica José Pio.

A construção do Canil/Gatil pretende, então, criar condições para o bem-estar animal no concelho. Embora o Município seja associado do Canil de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, o presidente José Pio reconhece as dificuldades de levar um animal errante “sempre que há essa necessidade”.

ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE GAVIÃO, JOSÉ PIO

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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