Foto: mediotejo.net

A Assembleia Municipal (AM) de Gavião, reunida na sexta-feira, 23 de fevereiro, no edifício dos paços do concelho de Gavião, aprovou por unanimidade uma moção de solidariedade para com o cidadão Arlindo Consolado Marques.

A moção designada “Arlindo Marques, Gavião está contigo na defesa de um rio Tejo sustentável e despoluído”, foi aprovada pelas diferentes forças políticas com assento na AM de Gavião, que têm “acompanhado o trabalho de excelência e de cariz voluntário que Arlindo Marques tem feito ao longo do tempo na defesa de um rio Tejo sustentável e despoluído”.

Os eleitos lembraram que “o concelho de Gavião, nas últimas duas décadas, tem investido de forma significativa no turismo em redor do ecossistema preconizado pelo rio Tejo. Fatores como os focos de poluição a montante e a ausência de caudal sustentável tornam esses investimentos, alguns comparticipados pela União Europeia, infrutíferos”.

Apesar de Arlindo Marques não ser natural de Gavião, mas “revelando-se um cidadão que, pela sua ação reivindicativa, ajuda a que política de investimentos no setor do turismo junto ao rio não seja em vão, é demais elementar que lhe seja reconhecido mérito por esta AM e por todos os partidos nela representados”.

A AM sugeriu ainda à Câmara Municipal de Gavião que “mobilize os meios ao seu alcance, na medida do recomendável, para que defenda o cidadão Arlindo Marques contra quem não partilha a ‘nossa’ visão de um rio Tejo sustentável e despoluído”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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