Galeria do Parque recebe obras inéditas de Carlos No na mostra “Rasto”. Foto: CM VNB

A Galeria do Parque, em Vila Nova da Barquinha, prossegue a sua programação de exposições com o apoio da Fundação EDP, com a inauguração, no próximo sábado, 17 de janeiro, às 15h00, da exposição individual RASTO, do artista plástico Carlos No, com curadoria de Fernando Ribeiro.

A mostra reúne um conjunto de obras — entre esculturas e desenhos, algumas delas inéditas — criadas pelo artista especificamente para o espaço singular da Galeria do Parque.

RASTO reflete temas sociais que têm marcado a obra de Carlos No nos últimos anos, explorando problemáticas como a guerra, a ausência de liberdade e segurança, a migração forçada e a exclusão territorial. A exposição propõe uma reflexão plástica sobre os conceitos de liberdade, perda, deslocação e ausência, convidando o público a uma experiência sensível e crítica através da forma e da matéria.

Galeria do Parque recebe obras inéditas de Carlos No na mostra “Rasto”. Foto: CM VNB

Natural de Lisboa, onde nasceu em 1967, Carlos No vive e trabalha entre Lisboa e a Ericeira. Formado em Pintura pelo AR.CO – Centro de Arte e Comunicação Visual, com formação complementar em escultura, tem uma carreira que atravessa mais de três décadas de participação em exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro. Entre os seus trabalhos destacam-se exposições em instituições como a Sociedade Nacional de Belas Artes e o Museu José Malhoa, bem como projetos expostos internacionalmente.

A exposição RASTO ficará patente ao público na Galeria do Parque, instalada no Edifício dos Paços do Concelho de Vila Nova da Barquinha, com entrada gratuita e horários de visita de terça a sábado.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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