Na luta pela subida à 3ª divisão nacional estiveram frente a frente os campeões de Leiria (Mendiga) e Santarém (Os Patos). Foto: mediotejo.net

A equipa de Os Patos, de Rossio ao Sul do Tejo, perdeu na Mendiga por 4-3 na quinta-feira, resultado que afasta os campeões do distrito de Santarém da subida direta à 3ª divisão nacional de futsal através do 1º lugar. A equipa orientada por Helder Rodrigues ainda esteve a vencer por 1-3, mas a equipa campeã de Leiria acabaria por dar a volta ao marcador e carimbar a subida de divisão. A Mendiga, que venceu os dois jogos com os Patos nesta série D, lidera com 13 pontos, quando falta uma jornada para o final da Taça Nacional. A equipa rossiense disputa agora com o Nacional da Madeira a conquista do 2º lugar e uma vaga nos quatro melhores classificados para subir aos nacionais.

No outro jogo da jornada, o Nacional da Madeira foi vencer a Alter do Chão por 2-1 e segue no 3º lugar, com sete pontos, os mesmos que Os Patos, que ocupam a 2ª posição, fruto da vitória caseira frente aos madeirenses, com quem jogam no domingo o confronto decisivo para a subida de divisão. O Alter segue no último lugar, com um ponto.

Depois de um empate e uma derrota, os rossienses conseguiram duas vitórias seguidas e reentrar na luta pela discussão do primeiro lugar, sendo o jogo com o conjunto de Mendiga (Leiria), a única equipa a derrotar os rossienses nesta fase (2-6), decisivo para obter o primeiro lugar do grupo. No dia 18, domingo, a equipa do concelho de Abrantes fecha a época jogando no pavilhão do Nacional da Madeira e quem vencer pode aspirar a subir de divisão, uma vez que os quatro melhores segundo classificados das cinco séries sobem à 3ª nacional.

Confira AQUI os resultados e a classificação atualizada.

Clube Desportivo “Os Patos”

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Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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