Eléctrico vence Braga e defronta agora o Benfica na meia-final da Liga Placard. Foto: EFC

O Eléctrico venceu o Braga/AAUM na ‘negra’ dos quartos de final da Liga Placard. A equipa orientada por João Freitas Pinto ganhou por 5-4 e vai defrontar o Benfica na meia-final, que começa já no próximo fim de semana. Na sexta-feira, o Eléctrico recebe o Benfica numa eliminatória à melhor de três.

O treinador do Eléctrico falou de uma eliminatória muito equilibrada com o Braga, (5-4 para o Braga, 4-1 e 5-4 para o Eléctrico) com o golo da vitória do terceiro jogo a surgir perto do apito final. “Já estamos a fazer história, nunca tínhamos chegado tão longe na prova, e agora vem o Benfica. Queremos continuar a sonhar”, afirmou o técnico, para quem o desejo é chegar à final da competição.

ÁUDIO | JOÃO FREITAS PINTO, TREINADOR DO ELÉCTRICO:

Em Ponte de Sor, a formação da casa foi a primeira a marcar por John Lennon, logo ao minuto dois, mas Tiago Brito respondeu cerca de meio minuto depois e repôs a igualdade para o Braga. Vítor Hugo operou a cambalhota no marcador, resultado com que se chegou ao intervalo.

Na segunda metade, nova cambalhota no marcador, com Hugo Neves e Ferrugem a fazerem o gosto ao pé. Daniel Airoso ampliou a vantagem, mas Fábio Cecílio e Allan Guilherme voltaram a empatar o encontro. Mas a cerca de minuto e meio do fim Matheus selou a passagem para o Elétrico. Eléctrico e Benfica medem agora forças pela passagem à final da competição.

A equipa de João Freitas Pinto disputa o primeiro jogo em Ponte de Sor, na sexta-feira, às 21h00, e no domingo joga na Luz. Em caso de empate, o terceiro jogo disputar-se-á em Lisboa, a 16 de junho. Em prova continua também o Sporting, equipa que vai disputar a outra meia final com o Fundão.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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