Ferreira do Zêzere defronta o Braga na fase final da Liga futsal. Foto arquivo: mediotejo.net

O playoff da Liga Placard em futsal arrancou na quinta-feira com Eléctrico e Ferreira do Zêzere em destaque. As equipas de Ponte de Sor e da Capital do Ovo receberam Benfica e Braga, respetivamente, na luta pelas meias-finais da competição.

A fase decisiva da Liga Placard em futsal começa esta semana, trazendo a adrenalina dos quartos de final às quadras nacionais. Numa eliminatória decidida à melhor de três jogos, o Eléctrico FC e o Ferreira do Zêzere assumem o protagonismo regional ao enfrentarem dois dos maiores candidatos ao título.

O Eléctrico, que garantiu o 8.º lugar na última jornada da fase regular, recebeu em Ponte de Sor o primeiro desafio, com o Benfica a vencer por 3-4, num jogo em que a emoção esteve presente até ao apito final. Os próximos dois jogos estão agendados para a Luz, nos dias 19 e 23.

Já o Ferreira do Zêzere, que ficou no 6º lugar na fase regular, com 33 pontos, defronta o Braga na disputa pela passagem às meias finais. A equipa da Capital do Ovo recebeu os bracarenses na sexta-feira, 15 de maio, e venceu por 4-3 no desempate por penalitis (3-3 no tempo regulamentar e após prolongamento) estando os outros dois jogos agendados para Braga (20 e 23 de maio).

O SL Benfica saiu vencedor na visita ao Elétrico por 3-4 num jogo onde houve emoção até final. Foto: FPF

A jornada inaugural desta “Final Eight” não se esgota nestes dois duelos. O pontapé de saída oficial aconteceu em Vila do Conde, com o Rio Ave a perder 3-6 frente aos Leões de Porto Salvo. No sábado, o campeão nacional Sporting CP visita o reduto do Torreense.

Para seguirem em frente, as equipas precisam de somar duas vitórias, com o Eléctrico a ter a situação mais complicada. O Ferreira do Zêzere parte para os jogos fora (agendados para 19/20 e 23 de maio) em vantagem na eliminatória.

Confira AQUI o calendário da final eight da Liga Placard em futsal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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