Sport Abrantes e Benfica venceu em Rio Maior e carimbou o regresso à I divisão distrital. Foto arquivo: mediotejo.net

Em véspera de jogo decisivo entre o Sport Abrantes e Benfica (SAB)e o Grupo Desportivo “O Coruchense”, o mediotejo.net foi ao encontro dos dois técnicos que estão em sintonia quanto às expectativas do encontro que irá decidir um lugar na final da Taça do Ribatejo.

Para Paulo Seninho, treinador do SAB, trata-se de um jogo que (à semelhança do da primeira mão, disputada em Abrantes no passado dia 3 de março) deverá ser decidido nos detalhes sendo que a sua equipa está focada em dar a volta ao resultado que lhes foi desfavorável pela margem mínima, com a formação dos lados do Sorraia a vencer por uma bola a zero já ao cair do pano e através de uma grande penalidade.

Aproveitámos a ocasião para questionar o técnico abrantino sobre a sua recente renovação com o clube por mais duas épocas e o que tal significa em termos de aspirações num futuro próximo:

Paulo “Seninho”, treinador do Sport Abrantes e Benfica.

Gonçalo Silva, treinador de “O Coruchense”, admite por sua vez que a partida deste domingo seja difícil, tal como a disputada em Abrantes, mas dando conta que, jogando em sua “casa”, a ambição não passa apenas por defender a vantagem mas por ganhar o jogo de forma a estar presente na final da competição:

Gonçalo Silva, técnico de “O Coruchense”.

O jogo relativo à 2ª mão da 1/2 Final realiza-se este domingo, dia 24 de março, em Coruche, pelas 15 horas, no Estádio Municipal Prof. José Peseiro.

(agradecimentos a Nuno Rouxinol, do Clube Desportivo “O Coruchense” pela disponibilização de áudio e foto)

José Belém

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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