Jogo competitivo, terminou com a vitória do Ouriense frente ao Tomar por 3-2. Foto: Jorge Duarte

Atlético Ouriense 3 – U. Tomar -2- (Campo da Caridade)

Árbitro, Diogo Martinho, Assistentes, João Faria e Tiago Martinho

At. Ouriense:

Hélio, Fábio Luzio(A), Bernas, P. Ruas, Savá, Leandro(A), Dino (cap), Matias(Moleiro), Tico, Major(A)(Diogo Reis), Patrick(Dioguinho)

Suplentes não utilizados, Rafa, Jota, Dylan, Afonso.

União de Tomar :

Fábio Silva, David Vieira, Fábio Vieira(A), Filipe Cotovio, (Gaspar), Douglas, Nuno Rodrigues (Cap)(A), Luís Pedro, Telmo Ferreira(Rito), Ricardo Pais(Rui Pedro(A), Miguel Arcangelo(Joca), Chrystian Pedroso(Wemerson)(Diogo Gaspar).

Suplentes não utilizados, João Pedro Lopes, Espadinha.

Golos: Leandro 3min, Patrick 57, Matias 73, Rito 87, Joca 90+2.

Numa tarde de muito sol e calor, o jogo começou muito cedo, sendo que nesta altura do campeonato as 16 horas era a hora mais indicada.

As duas equipas vinham de resultados diferentes da primeira jornada. O U. Tomar tinha vencido em casa e o At. Ouriense foi goleado em Mação.

Entrou melhor a equipa da casa, surpreendendo os nabantinos, procurando marcar cedo, o que conseguiu logo aos três minutos na sequencia de um livre bem cobrado por Leandro. Estava dado o mote para uns bons quinze minutos em que a equipa de Ourém poderia até ter dilatado a contagem.

O U. Tomar demorou a reagir, devido à boa entrada e réplica dos jogadores do Ouriense, mas foi subindo no terreno e procurando o empate, aproximando-se da área contrária mas sem conseguir o golo do empate antes do intervalo. Do lado contrário, os jogadores do Atlético estavam sempre à espreita do contra ataque tendo criado diversa situações em podiam ter aumentado a contagem antes do final dos primeiros 45 minutos.

Ao intervalo a vantagem era certa e justa.

O técnico Lino Freitas quis mexer com a equipa do Tomar e fez entrar Joca e Rito para a segunda parte. Foto: Jorge Duarte

No segundo tempo tudo se complicou para o União de Tomar, apesar de ter entrado bem e por duas vezes pudesse ter chegado ao empate. Os jogadores mais rápidos do Ouriense, Tico, Patrick e Matias, sempre que tinham a bola, eram uma dor de cabeça para a defensiva do U. Tomar, tendo sido dessa forma que o Ouriense conseguiu não só aumentar para dois zero por Patrick, assim como fez ainda o terceiro tento, por intermédio de Matias, com um bonito chapéu ao guarda-redes do Tomar.

Tico foi uma seta apontada à defesa do Tomar. Fábio Luzio também fez um bom jogo, sempre muito irrequieto. Foto: Jorge Duarte

Com três golos de vantagem a quinze minutos do fim, parecia que o jogo estava decidido, mas os jogadores do U. Tomar não baixaram os braços e na parte final, através de um futebol mais directo e colocando a bola na frente de forma mais rápida, conseguiram reduzir. Primeiro também de contra ataque, em que Rito de fora da área não quis ficar atrás de Matias do Ouriense e com uma bela execução fez o golo de chapéu.

Pouco depois, já no período de descontos, Joca reduziu para a margem mínima, fixando o resultado final. Não houve tempo para mais e o Ouriense arrecadou os três primeiros pontos da época.

O trio de arbitragem chefiado por Diogo Martinho, foi pouco exigente, disciplinarmente. Quis deixar jogar e exibiu um critério largo, guardou os cartões quando, se calhar, não devia e, à medida que o jogo foi decorrendo, percebeu-se que o árbitro e seus pares tiveram muita dificuldade em segurar o jogo com os jogadores, por diversas vezes, a envolverem-se em alguma confusão, que se estendeu para lá do apito final, e com muitos jogadores de cabeça quente a envolverem-se em situações e cenas menos dignas. Nada que um bom duche não resolvesse.

Entrou melhor a equipa da casa, surpreendendo os nabantinos, procurando marcar cedo, o que conseguiu logo aos três minutos na sequencia de um livre bem cobrado por Leandro. Foto: Jorge Duarte

Jorge Duarte

Irreverente, frontal e critico. Nasceu em Abrantes no melhor ano do
século passado: 1969, ano em que o Homem foi à Lua. Nos tempos de liceu queria ser jornalista, tendo optado por essa área, onde pela mão do Prof. Alcino Serras deu os primeiros passos na profissão, tendo começado mais a sério na Radio Antena Livre, no final da década de 80. Desde essa altura, o 'bichinho' ficou, tendo colaborado com várias rádios e jornais. Gosta de colecionar amigos e de se dar bem com toda a gente (mesmo sabendo que isso não é possível).

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.