Júlio Batista é o novo treinador da equipa sénior do Tramagal Sport União (TSU), clube que vai disputar o campeonato distrital da 2ª divisão da AF Santarém. Foto: TSU

Júlio Batista é o novo treinador da equipa sénior do Tramagal Sport União (TSU), clube que vai disputar o campeonato distrital da 2ª divisão da AF Santarém na época desportiva 2019-2020, e rende no cargo Rui Horta, o técnico das duas últimas temporadas do popular clube da vila metalúrgica.

Júlio Miguel Viegas Batista, 29 anos, é natural de Abrantes, reside em Praia do Ribatejo (Vila Nova da Barquinha) e orientou na época anterior o futebol e formação da Geração Benfica, na Golegã, sendo esta a sua estreia no futebol sénior como treinador principal.

Como jogador, Júlio Batista representou o CADE, Chamusca, Fazendense, Cartaxo, Fátima, Torres Novas, Mação e Riachense, entre outros clubes.

Em declarações ao mediotejo.net, o presidente do TSU disse que os objetivos para a próxima época “passam por ter uma equipa competitiva, que dignifique o emblema da borboleta, mas com os pés assentes no solo e sem colocar a fasquia demasiado alta”, não assumindo o objetivo de subida de divisão. “Queremos ter um plantel competitivo, mesclado com jogadores mais experientes e outros mais jovens e que dignifiquem o clube e o seu historial”, reiterou.

O treinador de guarda-redes, Carlos Soares, renovou com o Tramagal. Foto: TSU

A direção do TSU, presidida por João Serafim, já anunciou também a continuidade do treinador de guarda-redes, Carlos Soares, que transita da época anterior, e do capitão do plantel sénior nas últimas duas épocas, Gonçalo Fernandes.

Gonçalo Fernandes, capitão de equipa, renovou com o clube da borboleta. Foto: TSU

O TSU vai realizar este sábado os exames médicos dos seus atletas para a época desportiva 2019 / 2020, a partir das 17 horas, no campo Comendador Eduardo Duarte Ferreira, numa tarde em que o clube de Tramagal vai também realizar um convívio com porco no espeto aberto à comunidade, com animação musical e outras surpresas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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