Ouriense venceu o Boavista e segue me frente na Taça de Portugal. Foto arquivo: Pedro Pereira

Disputou-se no domingo a 3ª eliminatória da Taça de Portugal de Futebol Feminino, na qual foram conhecidas as equipas que vão disputar a ronda seguinte da prova rainha do futebol feminino nacional. O Ouriense foi ao Porto vencer o Boavista por 0-1 e integra o lote das 14 equipas que se apuraram para a próxima ronda da prova.

No primeiro encontro do dia, disputado entre SL Benfica e Torreense, a formação comandada por Filipa Patão garantiu um triunfo por 3-1, mas só conseguiu chegar à baliza do Torreense na segunda parte, e depois de passar três minutos em situação de desvantagem.

A formação de Torres Vedras marcou primeiro, aos 60 minutos, numa recarga de Angeline da Costa. O SL Benfica empatou com um golo da sueca Cassandra Korhonen, aos 63 minutos, antes de Valéria, com um golo aos 83′, e Ana Vitória, aos 90’+7, confirmarem a reviravolta.

Quem se qualificou com números muito expressivos foram CF Benfica, Amora, SC Braga, Famalicão e Marítimo. O CF Benfica venceu por 8-0 o Leça do Balio, o Amora apontou dez golos ao Vieirense e o SC Braga venceu em casa do Ferreiras por 0-11. Por seu turno, o Famalicão venceu o Lusitânia de Lourosa por 18-0, enquanto o Marítimo venceu o Fiães no Funchal, por 9-0.

O Sporting CP também segue em frente na Taça de Portugal Feminina, após triunfo na visita ao Condeixa, por 0-2.

Resultados e equipas apuradas para a 4ª eliminatória:

Lank Vilaverdense 6-1 A-dos-Francos

CF Benfica 8-0 Leça do Balio

Ferreiras 0-11 Braga

Condeixa 0-2 Sporting

Damaiense 1-3 Clube de Albergaria

Gil Vicente 3-0 Os Vidreiros

Amora 10-0 Vieirense

Guia FC 5-1 Ilha

Valadares Gaia 2-0 Romariz

Boavista 0-1 Ouriense

Marítimo 9-0 Fiães

Padroense 0-2 Brito

SL Benfica 3-1 Torreense

Famalicão 18-0 Lusitânia Lourosa

c/FPF

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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