Foto: mediotejo.net

O CA Ouriense e o Damaiense empataram a zero no Campo da Caridade, casa da equipa de Ourém, no domingo, em jogo a contar para 10º jornada da liga BPI em futebol feminino. Ana Rita Oliveira, guarda-redes do Ouriense, foi considerada a melhor em campo.

Numa partida sem golos, foi a equipa visitante a estar mais perto de encontrar o fundo das redes adversárias, mas alguma desinspiração no momento de finalizar e as boas intervenções de Ana Rita Oliveira, guarda-redes do Ouriense, impediram qualquer alteração no marcador.

Com este resultado, o CA Ouriense passa a somar oito pontos, tendo alcançado o Clube de Albergaria na nona posição. O SF Damaiense é ultrapassado pelo Sporting e, com 19 pontos, está na quinta posição. Na próxima jornada, o Ouriense vai ao Funchal defrontar o Marítimo, equipa que ocupa o 11º lugar, com seis pontos. O jogo está agendado para domingo, às 13h00, mas antes, já esta quarta-feira, o Ouriense disputa a continuidade na Taça da Liga.

O Ouriense foi empatar em setembro a Braga na 1.ª mão dos quartos de final da Taça da Liga, um nulo que deixa tudo em aberto para a 2ª mão, a disputar esta quarta-feira, 11 janeiro, às 15h00, em Ourém. Confira AQUI os resultados e classificação da Liga BPI.

Guarda-redes do Ouriense destacou-se no empate frente ao Damaiense

A jogadora do Clube Atlético Ouriense, Ana Rita Oliveira, foi decisiva para segurar um empate sem golos frente ao Damaiense, equipa surpresa da competição.

Com um jogo pleno de garra, atitude e concentração, Ana Rita Oliveira segurou a sua defensiva e foi sempre um obstáculo intransponível para as adversárias.

O Ouriense foi empatar a Braga na 1.ª mão dos quartos de final da Taça da Liga em futebol feminino, um nulo que deixa tudo em aberto para a 2ª mão, a disputar quarta-feira, 11 janeiro, às 15h00, em Ourém.

Guarda-redes do Ouriense destacou-se no empate frente ao Damaiense. Foto: FPF

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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