Escola Básica Integrada Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena. Foto: CMA

Devido a um alerta de fuga de gás, a Escola Básica Integrada Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena, foi evacuada na manhã de segunda-feira. Segundo o município de Alcanena, a fuga no contador, à entrada do estabelecimento de ensino, foi reparada e a escola reabriu hoje, em segurança, e sem incidentes a registar.

Em nota informativa, o município indica que foram ativados os meios de prevenção e socorro, Bombeiros Municipais e GNR, bem como o piquete da empresa responsável pela manutenção das infraestruturas de gás natural, tendo os bombeiros de Alcanena procedido ao corte de abastecimento de gás, balizado o local e evacuado o pessoal do equipamento escolar para o ponto de encontro previamente definido.

A empresa Floene, na avaliação realizada, confirmou uma micro-fuga à saída do contador, corrigindo a anomalia. A empresa fez vários ensaios na instalação, à pressão de serviço, obtendo resultados satisfatórios.

Para despiste de outras anomalias, foram levantadas nove tampas de saneamento, foi acionada a empresa de limpeza de condutas e ainda foi feita lavagem da conduta local. Após esta intervenção, o engenheiro responsável da Aquanena procedeu a nova medição, não tendo registado qualquer valor de gás.

Numa lógica preventiva, a autarquia e os meios de prevenção e socorro consideraram adequado solicitar às famílias que viessem recolher as crianças, o que aconteceu de forma organizada e ágil até às 14h00.

Pelas 18h00, foram enviados os relatórios ao Agrupamento de Escolas, bem como a informação de que o funcionamento do estabelecimento de ensino poderia voltar à normalidade.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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