A Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere tem a decorrer, até 30 de junho, o período de apresentação de propostas para o Orçamento Participativo 2026, iniciativa dotada com três mil euros destinada a apoiar projetos de interesse para a comunidade local. Foto: JFFZ

A Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere está a receber, até 30 de junho, propostas para o Orçamento Participativo (OP) 2026, instrumento de democracia participativa que permite aos cidadãos e instituições contribuírem diretamente para a definição de projetos a concretizar na freguesia.

Com uma dotação de 3.000 euros, o processo destina-se a apoiar o projeto mais votado pela comunidade, podendo participar cidadãos com mais de 16 anos residentes ou recenseados na freguesia, bem como instituições com residência fiscal em Ferreira do Zêzere.

A votação dos projetos está prevista para agosto, seguindo-se a divulgação dos vencedores em setembro e o arranque da implementação até ao final de 2026.

As propostas podem ser entregues presencialmente na Junta de Freguesia, por correio eletrónico ou via postal.

Lançado pela primeira vez em 2024, o Orçamento Participativo da Junta de Freguesia surgiu com o objetivo de envolver os cidadãos na tomada de decisões e na gestão de recursos públicos, através da apresentação de projetos estruturais para o território.

Na apresentação da primeira edição, o então presidente da Junta, Armando Cotrim, afirmou esperar propostas que contribuíssem para o desenvolvimento da freguesia, nomeadamente nas áreas ambiental e social, enquadrando a iniciativa na estratégia de sustentabilidade que valeu à freguesia a distinção Eco-Freguesia.

Sob o lema “Participe. Decida. Transforme.”, a Junta de Freguesia apela agora à participação da população na edição de 2026, reforçando a ligação entre cidadãos, associações e autarquia através da concretização de projetos escolhidos pela comunidade.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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