Secular Filarmónica União Sardoalense (FUS) tem uma escola de música. Foto arquivo: FUS

A iniciativa ‘II Aldeias com Música’, promovida pela Filarmónica União Sardoalense (FUS), terá lugar no sábado, dia 25 de novembro, em Santiago de Montalegre (às 15h00, no salão da Junta de Freguesia) e em Monte Cimeiro (às 18h00, no Pavilhão da Associação).

Porque “a música une as pessoas”, a Filarmónica União Sardoalense (FUS) desenvolve a sua atividade numa perspetiva de levar, a cada vez mais indivíduos, a cultura musical, agregando saberes e acumulando experiências ao longo dos anos, numa relação que se quer sempre recíproca entre os músicos o público.

A FUS acredita que “a música filarmónica é de grande relevância no desenvolvimento e formação musical de muitas gerações” e que, por isso, dá continuidade ao “Aldeias com Música” para chegar a cada vez mais pessoas.

O objetivo do evento, na sua segunda edição, passa por “levar a música filarmónica até aos locais mais desprovidos de atividade cultural” e contribuir para “a formação e desenvolvimento de públicos”.

Além disso, o projeto “II Aldeias Com música” tem também “uma forte componente educacional e social”, na medida em que, em cada evento será proporcionado três momentos: Exposição Informativa de instrumentos com breve sessão informativa e participativa com o público interessado ; Atuação dos Alunos da Escola de Música FUS com temas de Música Portuguesa; e Concerto da Banda FUS.

O ‘II Aldeias com Música’ é financiado pela Direção-Geral das Artes e no terreno conta com as habituais sinergias, e nas ações de novembro a FUS conta com a colaboração da Junta de Freguesia de Santiago de Montalegre, Junta de Freguesia de Alcaravela e a Associação de Criatividade Social de Monte Cimeiro.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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