Filarmónica União Sertaginense celebra 192.º aniversário com concerto na Casa da Cultura. Foto: FUS

O Seminário das Missões, em Cernache do Bonjardim, acolhe no sábado, dia 1 de outubro, a Filarmónica União Sertaginense para um concerto que irá assinalar o Dia Mundial da Música. A atuação comemorativa da efeméride decorre a partir das 21 horas, com entrada livre.

Através da direção artística do Maestro Daniel Frazão, este concerto revisita obras dos maiores compositores para Banda dos séculos XX e XXI, reconhecidos nacional e internacionalmente. Serão apresentadas obras de Alfred Reed (1921-2005), James Barnes (1949-), Franco Cesarini (1961-), Carlos Marques (1973-) e Samuel Pascoal (1986-). “As músicas evidenciarão entre si uma relação de estilo, de carácter e, sobretudo, de história, transformando o concerto numa viagem transversal que cruzará realidade e imaginação”, anuncia o Município da Sertã que apoia o espetáculo.

A Filarmónica União Sertaginense é uma coletividade centenária, das mais antigas do país, e detentora de um impressionante historial, com origem na primeira metade do século XIX. Fundada a 1 de dezembro de 1830, é uma coletividade essencialmente vocacionada para o ensino e divulgação da música que, ao longo da sua existência, tem estabelecido uma perfeita simbiose entre sucessivas gerações. Assume-se, atualmente, como “uma das maiores e mais expressivas associações culturais do concelho, fruto da grande persistência dos seus dirigentes, da incondicional dedicação dos seus executantes e da grande generosidade dos seus associados”.

O Dia Mundial da Música foi fixado em 1975 pelo International Music Council, (instituição da UNESCO fundada em 1949), e assinala-se anualmente a 1 de outubro. Tem como principais objectivos a promoção e divulgação da arte e diversidade musicais, tendo presentes os ideais da UNESCO, nomeadamente, a paz e amizade entre as pessoas, assim como a evolução das culturas e troca de experiências.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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