Foto: mediotejo.net

A Associação Recreativa e Filarmónica Frazoeirense, com sede na Frazoeira, concelho de Ferreira do Zêzere, está a festejar o seu 181º aniversário. A data certa é 8 de setembro, mas as comemorações vão ter lugar no fim de semana de 8 e 9 de outubro.

O programa começa no sábado, dia 8, pelas 21h00, com um concerto na igreja do Beco pela Filarmónica aniversariante acompanhada pelo grupo coral. No domingo, dia 9, após o hastear das bandeiras às 11h00, é celebrada missa na igreja da Frazoeira pelas 14h30.

A Banda Juvenil do Gavião é recebida às 15h30, seguindo as duas bandas em desfile até à sede.

A partir das 16h00 há concertos pelas duas bandas, a anfitriã e a do Gavião, seguidos de entrada de novos músicos.

A Associação Recreativa Filarmónica Frazoeirense foi fundada a 8 de setembro de 1841 pelo comendador Higino Otto de Queiroz e Mello, no lugar da Frazoeira, antiga freguesia de Dornes. Na altura, não dispondo de sede própria, a Filarmónica Frazoeirense passou por várias sedes provisórias nos lugares de: Frazoeira, Outeiro da Frazoeira, Casal do Carril, Carril e Frazoeira (casa Visconde de Tinalhas) e em 1957 é então construída a sua sede própria onde ainda se encontra no lugar onde foi fundada.

Com 181 anos, passaram por esta coletividade centenas de músicos que aqui aprenderam, aperfeiçoaram-se e alguns fazem hoje da música profissão.

“Uma ocupação dos tempos livres para os jovens, grande lição de bairrismo e gosto pela cultura musical popular” é o que faz mover a coletividade.

Atualmente, a Filarmónica Frazoeirense tem cerca de 50 músicos de ambos os sexos na sua maioria jovens, e para ser possível dar continuidade à banda de música funciona uma escola de música.

Ponto alto da sua história é o facto de ter sido a primeira filarmónica a interpretar o hino nacional “A Portuguesa”, composto por Alfredo Keil.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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