Festival Rock na Vila 2024. Créditos: CMVR

Foi mais um regresso do Festival Rock na Vila, que na verdade é mais eclético que roqueiro – no rock contou unicamente com os portugueses Peste & Sida e com o metal alternativo de Nowhere To Be Found -, oferecendo também hip-hop, reggae, afrobeat e música eletrónica, em duas noites “com milhares de festivaleiros”, segundo os números da organização, que se deslocaram ao Parque de Feiras de Vila de Rei, nas noites de 31 de maio e 1 de junho, para a décima nona edição do evento, sendo um dos pontos altos da programação cultural da zona centro do País.

Como referido, Nowhere to Be Found e Peste & Sida, na noite de 31 de maio, e Supa Squad e Bispo, na segunda noite do Festival, no primeiro de junho. De destacar igualmente, ao início da noite de sábado, a apresentação do grupo de dança ‘Stage Crew’, do Vilarregense FC.

Na tenda eletrónica, os DJs Bad Monkeyz e DJ Hugo Rafael, na noite de sexta, e os The Village King’s DJs: DJs Art’Uritos e DJ Ceadas, a fechar o Festival, animaram a pista até aos primeiros raios de sol.

Festival Rock na Vila 2024. Créditos: CMVR

Também segundo a organização, o Festival voltou a registar “uma grande afluência de campistas, com centenas de pessoas a acampar” no espaço disponibilizado para o efeito pelo Município de Vila de Rei.

Ao longo dos dois dias de Festival, no recinto do Parque de Feiras, os festivaleiros tiveram ainda a oportunidade de experimentar ou praticar slide, rapel, parede de escalada e surf mecânico, numa inovação para a edição de 2024 do Rock na Vila.

O vice-presidente da Autarquia, Paulo César Luís, e responsável pelo pelouro da Juventude, salientou que “este foi mais um Festival Rock na Vila inesquecível! Voltámos a contar com muito público, com concertos fantásticos e, acima de tudo, com um feedback muito positivo que nos foi chegando por parte dos festivaleiros. Ano após ano, o Rock na Vila tem-se vindo a consolidar com um evento de referência na região centro e, com mais este grande sucesso, continua a reforçar o seu nome no panorama musical nacional”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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