Tomar recebe Festival 'Peralva Rural Jazz Experience'. Foto ilustrativa: DR

O Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha recebe, entre sexta-feira e domingo, de 30 de agosto a 1 de setembro, o festival Barquinha Jazz, com três concertos de entrada gratuita. Os espetáculos de ‘Geisendorf’, do Quarteto Ricardo Pinheiro com Andy Sheppard’ e de Hugo Trindade Quarteto – Clinic Sessions’ iniciam às 21h30.

Num festival onde o jazz é rei, ‘Geisendorf’, com Jorge Esperança, Joaquim Roberto, Simão Lopes e João Coelho, abrem o evento na noite desta sexta-feira, às 21h30.

O ‘Quarteto Ricardo Pinheiro com Andy Sheppard’ sobe ao palco no dia 31 de agosto, sábado, igualmente às 21h30. No concerto irá ser apresentado o álbum Tone Stories, editado recentemente pela editora catalã Fresh Sound Records. Trata-se do último registo discográfico de Ricardo Pinheiro, que se apresenta ao lado de grandes nomes internacionais do jazz. Para este concerto, que contará também com repertório original, Pinheiro será acompanhado pelos experientes e conceituados Andy Sheppard (UK) no saxofone, Michael Formanek (USA) no contrabaixo e Alexandre Frazão na bateria, todos com uma vasta carreira no jazz mundial.

Ricardo Pinheiro Quarteto + Andy Sheppard with Michael Formanek and Alexandre Frazão atuam este sábado na Barquinha

O ‘Hugo Trindade Quarteto – Clinic Sessions’ atua à mesma hora e no mesmo local, no domingo, dia 1 de setembro, num concerto de encerramento que vai colocar em palco Hugo Trindade, Edgar Alexandre, Aires Pereira e Luís Pereira.

A iniciativa conta com a organização do Clube de Instrução e Recreio (Ex-Tuna), da Moita do Norte e do seu Jazz&Blues Bar, e do Município de Vila Nova da Barquinha.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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