O FALA – Festival Literário de Alcanena, que visa “contribuir para a construção de públicos, hábitos culturais e valorização da identidade cultural de território”, regressa de 12 a 15 de junho em programa “diversificado” e de “afirmação”. A vereadora da Cultura afirmou que o FALA, na 4ª edição, pretende “prosseguir na afirmação deste projeto enquanto instrumento de desenvolvimento cultural no concelho e na região”.
A vereadora da Cultura do município de Alcanena deu conta que o cartaz do FALA é “muito completo e diversificado” e as “expectativas são boas”, tendo em conta as últimas edições do festival. Marlene Carvalho afirmou que a Câmara de Alcanena pretende “prosseguir na afirmação deste projeto enquanto instrumento de desenvolvimento cultural no concelho e na região”.
Em comunicado, o município indica que, com o FALA, “pretende-se envolver a comunidade e incentivar a participação das pessoas, melhorar os hábitos de leitura, o interesse pelo livro e pelas bibliotecas”, a par da “ampliação do conhecimento” sobre a literatura e as artes plásticas e performativas.
O programa do FALA inclui atividades como uma feira do livro, encontros de autor, teatro de rua, concertos, DJ’s, uma caminhada literária, sessões de contos e poesia, clube de leitura, oficinas de escrita criativa, teatro para bebés, ilustração para famílias, exposições, animação infantil e musical e espaços de ‘street food’, entre outras, contando com o envolvimento do tecido associativo concelhio.
Segundo a autarquia, o evento pretende “continuar a desenvolver e promover” um projeto cultural que visa, entre outros desafios, “contribuir para a construção de públicos, hábitos culturais e valorização da identidade cultural de território, através da promoção de ações integradas numa programação devidamente enquadrada”.
As atividades estão previstas decorrer em vários equipamentos e espaços municipais, nomeadamente na Biblioteca Municipal, Cine-Teatro São Pedro, jardim da Biblioteca e no Jardim das Lagoas, entre outros espaços da vila.
Para a edição de 2025, com um investimento na ordem dos 20 mil euros para uma afluência esperada de três mil pessoas, o FALA traz este ano Luísa Sobral para uma conversa moderada pela consultora editorial Dora Santos Marques, o escritor Gonçalo M. Tavares para a apresentação do “Atlas do Corpo e da Imaginação”, um concerto com Ana Lua Caiano e um recital de poesia e harpa, entre outros.





O programa completo pode ser consultado na página do facebook do FALA – Festival Literário de Alcanena.
c/LUSA

