2ª Edição do Festival das Sopas Ribatejanas de Vale de Cavalos recebeu mais de 4.800 visitantes. Créditos: CMC

A 2ª Edição do Festival das Sopas Ribatejanas de Vale de Cavalos (Chamusca) recebeu mais de 4.800 visitantes, que vieram de várias regiões do país para degustar 13 variedades de sopas típicas ribatejanas, tendo sido consumidos em três dias mais de 1.500 litros de sopa, indicou a organização.

As sopas de carneiro com feijão verde, de agrião, de arroz com tripas, sopa de fraca do campo, canja, sopa do campo (entulho), sopa de cogumelos, sopa d’aldeia, couve com feijão, caldo verde, sopa de peixe e da pedra, e a sopa de grão com massa, foram confecionadas pelas associações, coletividades, e freguesias do concelho, com os produtos endógenos da região chamusquense, tendo sido submetidas a concurso.

No total dos três dias do certame foram servidos mais de 1.500 litros de sopa, mais 300 litros do que no ano passado, indicou o município.

À semelhança de 2023, no último dia do festival, a Confraria de Gastronomia do Ribatejo provou e avaliou as sopas presentes no certame gastronómico. A sopa de cogumelos, servida pela União de Freguesias da Parreira arrecadou o 1ºlugar, a sopa de carneiro com feijão verde, oferecida pela empresa Carpintaria Mário, arrecadou pelo segundo ano consecutivo o 2º lugar e a sopa d’Aldeia, do Centro Cultural do Semideiro, o 3º lugar.

Durante o festival os visitantes puderam ainda provar alguns petiscos tradicionais, de que são exemplo carne de alguidar, moelas, bifanas, carapaus fritos, ovos mexidos com farinheira e pica-pau.

O Festival das Sopas Ribatejanas é uma organização conjunta entre o Município da Chamusca e a Junta de Freguesia de Vale de Cavalos, tem como objetivo a divulgação e valorização das sopas ribatejanas e conta com a colaboração de associações, coletividades e agentes económicos do Concelho.

A próxima edição do Festival das Sopas Ribatejanas de Vale de Cavalos regressa em 2025, de 21 a 23 de março.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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