Festival das Sopas em Chamusca

A aldeia de Vale de Cavalos, Chamusca, recebe nos dias 28, 29 e 30 de março a 3ª edição do Festival das Sopas Ribatejanas, evento que pretende ser uma viagem pelas histórias, sabores e cores do Ribatejo, tendo como objetivo a divulgação e valorização das sopas ribatejanas e contará com a colaboração de associações, coletividades e empresas do concelho da Chamusca.

Ao longo dos três dias do Festival serão servidas cerca de 15 variedades de sopas típicas ribatejanas, confecionadas com os produtos endógenos do concelho, dando ainda espaço para outras atividades como espetáculos e concertos de música, workshops, caminhada, expositores, artesanato ou folclore.

A animação musical está garantida com os concertos de Quim dos Apitos (28 de março), Miguel Azevedo (29 de março) e B-King (30 de março). A música promete continuar pela noite dentro, com o DJ Agri Rui, e o DJ Vassalo, sexta-feira e sábado, respetivamente.

Destaque para os showcookings com os chefs José Maria Lino (sexta-feira, 28 de março) e Luís Dias (domingo, 30 de março).

Considerada o prato mais antigo do mundo, a rainha deste festival costuma ser servida habitualmente ao início das refeições principais. No entanto, para os apreciadores, a sopa pode mesmo ser o prato principal, um destaque que lhe é mais do que justo, dado ao seu elevado valor nutricional.

Na gastronomia portuguesa, a sopa tem um lugar de destaque e assume a sua versatilidade, podendo ser o conforto dos dias mais invernosos, ou o refresco de um dia quente de verão.

A sopa é um convite aos sentidos (através dos seus cheiros, das suas cores e das suas texturas), ao despertar das emoções (nas memórias que contém) e à adoção de uma alimentação saudável (pelas propriedades nutricionais que lhe são conhecidas).

Esta 3.ª Edição do Festival das Sopas Ribatejanas de Vale de Cavalos conta com a organização conjunta do Município da Chamusca e da Junta de Freguesia de Vale de Cavalos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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