O Jazz Minde regressa à Fábrica da Cultura nos dias 7 e 8 de junho, sexta-feira e sábado, para a sua 17.ª edição. O cartaz inclui várias bandas nacionais e internacionais na vertente dos blues e do jazz, com concertos de “Dirty Loops”, “El Pavoni & the Moonshine Tones”, “The Bateleurs” e os “Just Us”.
Os El Pavoni & the Moonshine Tones estão de volta em 2024 prometendo uma performance inesquecível na sexta-feira, dia 7 de junho. “El Pavoni & the Moonshine Tones” é o projeto a solo de Ruben El Pavoni, com mais de duas décadas enquanto músico profissional. Com praticamente toda a carreira baseada nos blues e rockabilly, enquanto baixista já acompanhou alguns nomes internacionais do blues (como John Németh) , assim como atuações em festivais por toda a Europa.
Ainda na sexta-feira, Minde recebe “The Bateleurs”, uma banda de Blues/Rock sediada em Lisboa. Fortemente influenciados pelos grandes ícones do rock britânico e americano com raízes no blues do início dos anos setenta, com um toque moderno e regional que adiciona sabor a um estilo sempre maduro para novas abordagens.
A banda sueca “Dirty Loops” sobe ao palco da Fábrica no sábado, dia 8. Formada por Jonah Nilsson, Henrik Linder e Aron Mellergård, os arranjos musicais da banda passam pelo jazz e jazz fusion, gospel, funk, música eletrónica, pop e disco. No mesmo dia ainda pode ouvir a banda de jazz “Just Us”.

Em 2004 a ideia foi apenas homenagear o grande mestre Jaime Chavinha, mas logo a aceitação do público ditou que, após 17 edições, o Festival de Jazz de Minde já seja considerado e referenciado como um dos melhores festivais de jazz da zona centro do país.
Muitos e bons músicos já passaram pelos palcos do Jazz Minde, e, degrau a degrau, o festival tem vindo a pautar-se como um evento de prestígio e grande qualidade artística, com uma atmosfera muito “sui generis” e com um público muito entendido e entusiasmado, refere a organização.
É um evento cujo modelo organizativo tem por base o voluntarismo de um vasto grupo de colaboradores, sob a tutela da CPM – Casa do Povo de Minde, e cujos horizontes apenas visam a promoção cultural, e a dignificação do bom nome de Minde e do Concelho de Alcanena como terras de Música, Arte e Cultura.

