Dezenas de cervejas produzidas de modo artesanal vão estar em destaque no Provart da Sertã de 1 a 3 de setembro. Foto: DR

Aguardado com expectativa depois de dois anos de pausa forçada devido à pandemia, o festival de cerveja artesanal “Provart” regressou às margens da Ribeira da Sertã na quinta-feira, dia 1 de setembro, num evento que decorre até sábado com mais de 17 marcas nacionais, gastronomia, e muita música.

“Mais do que um festival, o Provart é a combinação perfeita do verão, uma “viagem à cultura da cerveja artesanal” acompanhado de boas vibrações e de beleza natural. A atração principal do Provart são com certeza as cervejas, no entanto, o festival também conta com música ao vivo, boa gastronomia e boa disposição”, explicam os promotores do evento, a Get Mood, com sede na Sertã.

Durante três dias, a cerveja artesanal é rainha na Sertã, na margem da Ribeira Grande. Foto arquivo: DR

A 8.ª edição do Provart – Festival de Cerveja Artesanal da Sertã -, evento dedicado à degustação de diversos tipos de cerveja artesanal produzida em Portugal – arrancou na quinta-feira e decorre até sábado, 3 de setembro, na Rua da Beira Baixa, na margem da Ribeira Grande.

O evento conta com a presença de produtores de todo o país e dezenas de cervejas artesanais diferentes, incluindo ainda gastronomia e concertos de Nightmare’s Blues, Somamonas, Suzie and the Boys, Nico Drun’s & The Blues, Flamen4et, Marco Figueiredo & Quinteto Latino, entre outros.

O programa do evento pode ser consultado na página da organização AQUI, estando assegurada muita animação durante todas as noites:

1 de setembro – Quinta-feira – (das 18h00 à 1h00)

21h00 – Nightmare’s Blues

23h00 – Damn Sessions

2 de setembroSexta-feira – (das 18h00 às 2h00)

21h00 – Nico Drun’s & The Blues

23h00 – Flamen4et

3 de setembro (Sábado – das 17h00 às 4h30)

19h00 – Somamonas

21h00 – Marco Figueiredo & Quinteto Latino

23h00 – Suzie and the Boys

01h30 – Jam Session

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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