Festival da Couve de Valhascos. regressa nos dias 22 e 23 de novembro Foto arquivo: CMS

O 4.º Festival da Couve de Valhascos com Azeite Novo tem lugar este fim de semana, sábado e domingo, com música, magusto, um mercado de artesanato e produtos locais, e degustação das couves de Valhascos (Sardoal) e do azeite novo. O festival tem como objetivo divulgar a couve e o azeite, com forte tradição no concelho, contribuindo para a afirmação e preservação da gastronomia típica sardoalense.

A cerimónia de abertura do evento terá lugar às 17h00 de sábado, dia 9, seguindo-se a entrega do prémio Couve de Valhascos 2024. Às 20h00 terá início o jantar com Couve de Valhascos e Azeite Novo com uma ementa confecionada pelo chef José Fernandes. A noite contará ainda com a atuação do Grupo de Fado de Coimbra ‘Última Luz’.

No dia 12, domingo, a partir das 14h00, terá lugar o Mercado da Couve de Valhascos com produtos e artesanato do Ribatejo Interior e que conta com o apoio da TAGUS.

Ainda no domingo, às 16h00, será entregue o Prémio Azeite de Valhascos 2024, seguindo-se o Magusto de S. Martinho que será animado pelo Grupo de Concertinas “Os Terra da Couve de Valhascos”.

Festival da Couve de Valhascos com Azeite Novo na ACD Valhascos. Créditos: CMS

A participação em algumas iniciativas do Festival está sujeita a inscrição prévia, que pode ser efetuada na Associação Cultural e Desportiva de Valhascos, através dos telemóveis 967 145 035 ou 964 890 747 ou online através dos links disponibilizados na página de Facebook ACD Valhascos.

A organização é da Associação Cultural e Desportiva de Valhascos, em parceria com o município de Sardoal, Junta de Freguesia, e TAGUS – Associação para o Desenvolvimento do Ribatejo Interior.

Couve de Valhascos. Créditos: mediotejo.net

A Couve de Valhascos tem sido alvo de diversos estudos genéticos, agronómicos, bem como das suas propriedades nutricionais e gustativas. Pertencendo à família das couves tronchudas, é uma couve de grande porte, e produz um repolho central, bastante compacto e pesado, de cor verde-escura.

Acredita-se que a sua qualidade está relacionada com a localização geográfica da aldeia, cujo terroir enaltece as suas melhores características.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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