Festival Aldeia ZEN une saúde mental e causa animal na Aldeia do Mato. Foto ilustrativa: DR

O Festival Aldeia ZEN está de regresso à Aldeia do Mato, no concelho de Abrantes, com uma missão renovada sob o lema “Consciência que cuida. Movimento que transforma”. Agendado para o próximo sábado, dia 16 de maio, o evento pretende afirmar-se como um espaço de encontro e inspiração, promovendo estilos de vida saudáveis, a preservação da natureza e o apoio à causa animal.

Um dos grandes destaques desta edição é a Cãominhada Solidária, um percurso de 5 km que terá início às 09h00. Para participar, os interessados devem efetuar a inscrição (5€) através do e-mail geral@aldeiaz.pt ou via QR code disponível nos cartazes, sendo convidados a contribuir com a doação de alimento seco para cães e gatos.

O total angariado reverterá a favor da Associação Amigos dos Animais do Sardoal, reforçando o compromisso social do festival.

Ao longo de todo o dia, o recinto contará com uma feira de artesanato, produtos locais e diversas opções de alimentação, incluindo gastronomia vegetariana.

O programa de atividades é vasto e diversificado, começando logo pela manhã com uma sessão de Zumba a cargo de Marina Brunheta. Os visitantes poderão ainda participar em workshops de cozinha sustentável com Célia Santos, palestras sobre autoconhecimento e bem-estar, e práticas orientais como Qigong e Yoga.

A tarde e noite serão dedicadas à espiritualidade e à celebração, com momentos de meditação, um concerto meditativo de Kirtan por Pedro Filipe e atuações de dança. O encerramento do evento estará a cargo do DJ IRS, garantindo animação até à meia-noite. Mais informações na página da organização AQUI.

Com entrada aberta ao público, o Aldeia ZEN convida famílias, amigos e os seus animais de estimação a partilharem um dia dedicado ao equilíbrio físico e mental em plena harmonia com a paisagem do Zêzere.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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