FestiFolk em Ponte de Sor. Créditos: CMPS

Ponte de Sor vai acolher de 26 e 30 de julho mais uma edição do FestiFolk, Festival Internacional de Folclore, que reúne grupos de oito países e de três continentes. O evento é organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor em parceria com o Município de Ponte de Sor e as Juntas de Freguesia do concelho.

Uma oportunidade para partilha de culturas e de tradições de diferentes pontos do mundo com espetáculos gratuitos em vários locais do concelho de Ponte de Sor. Participam o grupo anfitrião em representação de Portugal e grupos do México, Polónia, Espanha, Timor, Egito, Colômbia e Roménia.

O FestiFolk inicia as suas atividades no dia 27, pelas 10h00, com a receção às comitivas junto ao Edifício dos Paços do Concelho, seguindo-se a Gala Solidária, pelas 15h00, no Teatro Cinema de Ponte de Sor. O ponto alto do evento está aprazado para dia 30, pelas 21h30, com a Gala de Encerramento, no Anfiteatro da Zona Ribeirinha.

FestiFolk em Ponte de Sor. Créditos: CMPS

PROGRAMA
27/07 – quarta-feira
10h00 – Receção no Edifício dos Paços do Concelho
15h00 – Gala Solidária no Teatro Cinema
21h30 – Atelier de Danças na Sede do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor
28/07 – quinta-feira
21h30 – Espetáculo em Vale do Arco – Recinto de Festas
21h30 – Espetáculo em Tramaga – Recinto de Festas
21h30 – Espetáculo em Galveias – Polidesportivo
29/07 – sexta-feira
21h30 – Espetáculo em Vale de Açor – Polidesportivo
21h30 – Espetáculo em Montargil – Anfiteatro do Laranjal
21h30 – Espetáculo em Foros de Arrão – Polidesportivo
30/07 – sábado
21h30 – Gala de Encerramento no Anfiteatro da Zona Ribeirinha de Ponte de Sor

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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