Teatro de rua 'Cirius a Dornes' regressa a 31 de julho, com mais de 200 atores locais. Fotografia: Henrique Calvet

Desde 2015 que não se realiza os “Círius a Dornes”, teatro de rua centrado em Cristo, que regressa este ano no dia 31 de julho, num palco de 3,5 quilómetros de estrada, entre Paio Mendes e Dornes, no concelho de Ferreira do Zêzere.

É uma iniciativa com cerca de três décadas, que chegou a ser feita anualmente, passando depois a realizar-se de cinco em cinco anos. Já não acontece desde 2015, devido à pandemia.

Esta encenação sem foco religioso, mas que enfatiza valores como o Amor, a Amabilidade, o Respeito, a Honestidade, a Humildade e a Gratidão, envolve toda a comunidade e implica uma logística considerável que só é possível graças ao apoio da Câmara Municipal.

Os ensaios tiveram início no dia 1 de junho e envolvem cerca de 200 atores locais, contando com encenação de Ana Paula Eusébio, apoio à encenação de Carlos Medeiros (teatro Tresmaisum), produção de Rui Mendes e produção artística de Conceição Godinho.

Este ano estarão envolvidas mais associações do que o habitual, conjugando-se a experiência daqueles que participam há cerca de 30 anos na iniciativa, com a curiosidade e vontade daqueles que terão, pela primeira vez, a oportunidade de fazer parte deste momento único.

Teatro de rua ‘Cirius a Dornes’ regressa a 31 de julho com 200 atores locais. Foto: Henrique Calvet

Participam elementos da Sociedade Filarmónica Ferreirense, A.C.R.C. Carvalhais, Grupo Folclórico do Beco de Santo Aleixo, Rancho Folclórico da Alegria de Alqueidão S. Amaro, A. M.C. Recreio de Dornes e Clube de Atletismo de Ferreira do Zêzere, Associação de Pais de Ferreira do Zêzere, Moto Clube de F. Zêzere, Agrupamento de Escuteiros, Associação de Marinheiros, Sport Club, Casa do Povo,  A.C. D. R. do Chão da Serra, A. R. Filarmónica Frazoeirense, Rancho Etnográfico da Vila de Pias e Associação de Trabalhadores do Município.

O Município de Ferreira do Zêzere, além de agradecer às associações que participam, enaltece “esta grande aventura que engrandece o território e povo ferreirense”.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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