Festival gastronómico Sabores do Zêzere de 29 de abril até 13 de junho em Ferreira do Zêzere. Foto: DR

Os sete festivais gastronómicos que se realizavam em Ferreira do Zêzere ao longo do ano vão passar a ficar concentrados num único festival denominado Sabores do Zêzere, a decorrer de 29 de abril a 13 de junho, anunciou a autarquia.

A decisão foi tomada na reunião de Câmara do dia 23 de março na sequência da proposta da maioria socialista que gere a autarquia. Entende o Município que “um único festival gastronómico poderá granjear maior impacto a nível nacional, maior atenção da comunicação social e maior desenvolvimento económico do território”.

ÁUDIO | BRUNO GOMES, PRESIDENTE CM FERREIRA DO ZÊZERE:

Além disso, “ainda que único, o festival gastronómico permite reforçar e afirmar a qualidade dos diversos sabores do território que, no passado, já foram identificados e que, de alguma forma, tornam este concelho singular, a saber: Abóbora; Fava; Lagostim; Achigã; Lúcio-Perca; Migas e Ovo”.

Esta alteração surge na sequência de contactos entre a Câmara e os proprietários dos restaurantes que aceitaram a proposta, sendo que o objetivo é, ao longo do mês e meio que decorre o Festival, promover algumas atividades alusivas aos produtos endógenos em destaque.

O novo festival gastronómico decorre apenas às sextas feiras ao jantar, sábados e domingos, nos restaurantes aderentes, sendo que cada um escolhe, entre os sete, os produtos que pretende trabalhar.

Segundo a autarquia, o Festival Gastronómico Sabores do Zêzere tem o objetivo de “preservar e estimular a gastronomia local, destacando a elevada qualidade das unidades de restauração locais e a forma como honram os sabores do concelho e respetivos produtos endógenos”.

Com a criação do Festival a Câmara pretende alavancar o turismo no território, permitindo atrair novos turistas e, por essa via, atenuar as “épocas baixas” em que a quantidade de visitantes é inferior.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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