Paróquias de Ferreira do Zêzere recebem símbolos da JMJ. Créditos: Arlindo Homem

O concelho de Ferreira do Zêzere e de Alvaiázere, da Diocese de Coimbra, vão receber os símbolos oficiais das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) nos dias 2 e 3 de abril, domingo e segunda-feira. Os símbolos, uma cruz de madeira com 3,80m e 40 kg de peso e um ícone da Virgem Maria, vão passar por todas as paróquias ao longo destes dois dias.

Estes símbolos andam a percorrer todas as dioceses de Portugal e já visitaram todos os Países onde já aconteceram Jornadas Mundiais da Juventude. A organização convida todos os jovens e população em geral a participar neste momento importante para a comunidade, que contará com a passagem e presença dos símbolos em todas as paróquias.

Programa da visita dos símbolos:

Dia 2 de Abril – Domingo

21h00 – Chegada dos Símbolos a Ferreira do Zêzere, coincidindo com procissão dos Passos do Senhor pelas ruas da vila, com participação de toda a comunidade

Vigília dos símbolos JMJ durante a noite na Igreja Matriz de Ferreira do Zêzere

Dia 3 de Abril – Segunda-feira

8h30 – Missa animada pelos jovens na igreja de S.Miguel em Ferreira do Zêzere

9h00 – Passagem dos símbolos pelo Mercado Municipal, Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere, Câmara Municipal e Instituições Sociais.  

10h30 – Presença dos Símbolos na Igreja do Espírito Santo (Igreja Nova), seguindo-se passagem pela Junta de Freguesia e Instituições Sociais.

11h15 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de S.Luís (Pias)

12h00 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de N. Sra. da Graça (Aguas Belas) e instituições locais. Almoço partilhado no adro da igreja. Passagem dos símbolos pela Junta de Freguesia de Águas Belas

13h30 – Passagem dos simbolos JMJ na Junta de Freguesia de N. Sra do Pranto e instituições locais

14h00 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de S. Vicente (Paio Mendes). Percurso pela estrada dos cruzeiros até Dornes.

14h45 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de N  Sra. Pranto (Dornes)

15h30 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de S.Aleixo (Bêco) e passagem pela Junta de Freguesia de Bêco

16h15 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de N. Sra. Graça (Areias). Passagem pela Junta de Freguesia de UFAP e Instituições Sociais

16h45 – Presença dos simbolos JMJ na Igreja de S. Silvestre (Chãos). Passagem pela Junta de Freguesia de Chãos e Instituições Sociais.

17h30 – Presença dos símbolos JMJ na Igreja de S. João Batista (Pelmá)

VIA SACRA

1.Estação – Junta de Freguesia de Pelmá

2. Estação – Alminhas (Lumiar)

3. Estação – Cruzamento dos Marques

4. Estação – Cruzamento das Relvas

5. Estação – Capela da Loureira

6. Estação – Alminhas (Mata do Cepo)

7. Estação – Cruzeiro Venda dos Olivais

8. Estação – Igreja de S. Pedro (18h15m)

9. Estação – Cemitério de S. Pedro

10. Estação – Alminhas São Tiago

11. Estação – Praça “Velha” dos Cabaços

12. Estação – Junta de Freguesia de Pussos e S. Pedro

13. Estação – Lar de Idosos

14. Estação – Cemitério de Pussos

19h00 – Celebração de “despedida” dos símbolos JMJ na Igreja de Santo Estevão (Pussos) e cerimónia de entrega dos Símbolos ao Comité Organizador Territorial (COT) João Paulo II.

O Comité Organizador Territorial encarregue pela organização local das Jornadas Mundiais da Juventude neste território tem por nome COT F.A.Z.+ e abrange as duas Unidades Pastorais do concelho de Ferreira do Zêzere e a Unidade Pastoral de N. Sra do Rosário  (paróquias de Pussos, Pelmá e S. Pedro do concelho de Alvaiázere). O Nome F.A.Z.+ nasceu das iniciais de Ferreira do Zêzere e Alvaiázere misturadas entre si.

A organização local (COT F.A.Z.+) está também neste momento a angariar voluntários (todas as idades) e famílias de acolhimento para acolher várias centenas de jovens peregrinos que vão participar nos “Dias das dioceses” e que contarão com um programa de atividades no território entre os dias 26 e 31 de julho.

Poderão inscrever-se diretamente na plataforma de internet ( www.portal.jmj2023.pt ) ou junto da organização na sua paróquia/Unidade Pastoral/Pároco local.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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