Câmara de Ferreira do Zêzere em reunião. Foto: mediotejo.net

O presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere assinou, no Centro Cultural de Belém, um protocolo com a SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e a Agência de Modernização Administrativa (AMA), com vista à criação de um Balcão Único do Serviço Nacional de Saúde na vila. A autarquia tem também o objetivo de criar uma Loja do Cidadão.

O Balcão SNS 24 é um espaço gerido por entidades externas ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) que aderiram ao protocolo entre a Administração Regional de Saúde (ARS) e a SPMS para acesso e prestação de serviços digitais e de telessaúde aos cidadãos.

O objetivo destes espaços é de facilitar e promover o acesso aos serviços digitais e de telessaúde entre os cidadãos e os profissionais de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), através de criação de condições de maior proximidade e redução de barreiras em lidar com os meios técnicos ou mesmo pela sua inexistência.

Através dos Balcões SNS 24 é possível marcar consultas ou teleconsultas, consultar resultados de exames e guias de tratamento de medicação crónica, renovar medicação, realizar teleconsultas, avaliar e registar os sintomas provocados pela COVID-19, agendar vacinação COVID-19 e realizar chamada para o SNS 24, entre outros serviços.

A nível nacional já funcionam 270 balcões com a finalidade de prestar apoio assistido ao cidadão, sobretudo a quem tem pouca literacia digital ou falta de meios tecnológicos.

Criar Loja do Cidadão é objetivo

Na reunião de Câmara do dia 26 de outubro, Bruno Gomes congratulou-se pela criação de “mais um instrumento para poder aproximar os munícipes do Serviço Nacional de Saúde”. Anunciou que já há um conjunto de técnicos preparados para formação de modo a terem as competências para trabalhar no novo serviço.

O autarca revelou ainda que aguarda uma reunião com a AMA – Agência de Modernização Administrativa para se criar na vila “não um espaço do Cidadão, mas uma Loja do Cidadão que possa incluir todos estes serviços que já temos e eventualmente mais alguns”.

O espaço apontado para este novo serviço é o edifício onde funciona a repartição de finanças.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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