Após uma pausa forçada de dois anos, devido à pandemia, as Marchas de Santo António vão regressar às ruas de Ferreira do Zêzere no dia 11 de junho, o sábado mais próximo do dia de Santo António (13 de junho).

Em reunião de Câmara, o executivo aprovou as normas de participação nas marchas bem como a ficha de inscrição. A principal novidade é a alteração do local da primeira atuação.

Este ano, as marchas fazem a apresentação em desfile em frente aos Paços do Concelho e seguem depois para o parque de estacionamento superior do Mercado Municipal onde acontece a primeira atuação. Anteriormente decorria em frente à Câmara. A segunda atuação tem lugar no Pavilhão 2000, como já é habitual.

As novas normas reduzem de 15 para 12 minutos o tempo máximo de cada atuação, para evitar que o espetáculo se prolongue por muitas horas.

Este ano, é intenção da Câmara oferecer um pequeno lanche aos participantes no final ou a meio da atividade.

As Marchas Populares de Santo António têm grande tradição no concelho, contando já com 33 edições.

Segundo a Câmara “esta atividade contribui sobremaneira para a dinamização do concelho, envolvendo de forma ativa as coletividades, associações, paróquias, estabelecimentos de ensino e juntas de freguesia”. Além disso, “a preparação e implementação das marchas populares potencia a criatividade, a imaginação e o espírito de participação e trabalho em equipa dos ferreirenses”.

O município atribui aos grupos participantes um subsídio no valor máximo de 2.500 euros, que tem por finalidade auxiliar o grupo nas despesas com os trajes, arcos e respetivos enfeites.

Os vereadores da oposição (PSD) defenderam na reunião que o apoio deveria ser aumento para 2.800 euros, mas o presidente da Câmara argumentou com a contenção orçamental. “Temos todos de fazer um esforço. Temos de ter mão no orçamento para evitar que haja problemas financeiros no fim do ano”, sublinhou Bruno Gomes (PS).

Os eleitos da oposição apresentaram várias sugestões de alteração às normas, sendo o documento aprovado por unanimidade.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *