“Um paraíso para os arqueólogos”, assim é classificada a Gruta da Avecasta. Foto: arquivo mediotejo.net

A Gruta da Avecasta, na freguesia de Areias (Ferreira do Zêzere) recebe este sábado, 3 de junho, entre as 16h00 e as 20h00, as II Jornadas da Primavera, com palestras, música, visita guiada e apresentação do programa de museologia recreativa daquele espaço considerado um paraíso para os arqueólogos.

O evento, de entrada gratuita, é promovido pela Double-u Replay e Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere, decorre no âmbito de uma jornada de apresentação do programa de museologia recreativa da Gruta da Avecasta, sendo dirigido aos estudiosos do local, mas também aos ferreirenses e ao público em geral.

PROGRAMA:

16.00h Visita guiada à gruta e cabeço da Avecasta: Eco-fisiografia, flora, vegetação e arqueologia – José Mateus e Paula Queiroz

17.00h Mesa Redonda:

Gruta da Avecasta – A Velha Arca dos Sentidos (para uma museologia recreativa de um sítio “Portal do Tempo”)

Conferências:

1) A Gruta da Avecasta – as perspetivas e os desafios para o futuro ecomuseu – José Mateus e Paula Queiroz

2) Gruta da Avecasta – O monumento natural e sua conservação – Miguel Geraldes

3) Arqueologia Cénica – Um novo paradigma para as ciências e museologias do passado – José Mateus

4) A arqueologia e as origens da música – Fernando Coimbra, José Mateus, Elsa Braga (conferência e performance acústico-musical)

19.00h Concerto: ‘Ragas no Jardim da Europa’, pelo Luso Sangeet, um agrupamento que apresenta a música clássica indiana, mas com letras na língua de Camões. O grupo é composto por Stephen Bull (violino, composição e direção), Elsa Braga (voz), Riky Choudhuri (flauta indiana), Pedro Mendes (sopros), e Miguel Lourenço (tabla).

Informações e/ou inscrições no site da Double-u Replay, em doubleureplay@gmail.com

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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