O Conselho Municipal de Segurança tem funções de natureza consultiva. Foto: CMFZ

O Conselho Municipal de Segurança de Ferreira do Zêzere tomou posse na terça feira, dia 24 de agosto, perante a Câmara Municipal, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, reunindo pela primeira vez imediatamente a seguir.

Esta entidade tem funções de natureza consultiva, que visa promover a articulação, a troca de informação e a cooperação, entre várias entidades do Município de Ferreira do Zêzere, que têm intervenção ou estão envolvidas na prevenção e na garantia da inserção social e da segurança e tranquilidade das populações.

Fazem parte deste Conselho o presidente e o vice-presidente da Câmara Municipal, o presidente da Assembleia Municipal, os presidentes das Juntas de Freguesia, um representante do Ministério Público da Comarca, o Comandante da Guarda Nacional Republicana na área territorial do município, o Coordenador Municipal de Proteção Civil de Ferreira do Zêzere, o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Ferreira do Zêzere, um representante da Associação de Melhoramentos e Bem-Estar Social de Areias, enquanto entidade com atividade no setor de apoio social, um representante da Associação Recreativa e Filarmónica Frazoeirense, enquanto entidade com atividade no setor cultural, um representante do Sport Clube Ferreira do Zêzere, enquanto entidade com atividade no setor desportivo, um representante do Agrupamento de Escolas do concelho de Ferreira do Zêzere, um representante do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Ferreira do Zêzere, um representante da empresa Rações Zêzere enquanto representante de setor económico com maior representatividade e uma Técnica de Serviço Social do Município de Ferreira do Zêzere, enquanto representante das estruturas integrantes da rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica situadas no município.

Após a tomada de posse foi apresentada a proposta de Regulamento que foi aprovada por unanimidade.

O Conselho Municipal de Segurança reúne ordinariamente sempre que convocado pelo presidente da Câmara e no mínimo, uma vez por trimestre.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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