Fernando Espanhol lança no domingo CD de música antiga ‘D'Almourol’. Foto: FE

O músico Fernando Espanhol vai lançar no domingo, em Vila Nova da Barquinha, o álbum ‘D’Almourol’, um CD de música antiga inspirado no castelo de Almourol e que pretende ser uma “ode à nostalgia e à magia dos tempos antigos, onde os sons das flautas, alaúdes e violinos ecoam pelos salões de castelos e palácios”.

“Neste álbum encontramos melodias que nos transportam para uma época onde a música era a mais nobre forma de entretenimento”, numa obra que “pretende revelar a beleza da música antiga, numa viagem pelos tempos medievais, passando pelo renascimento e pelo barroco, disse ao mediotejo.net o músico, de 51 anos residente em Vila Nova da Barquinha.

Fernando Espanhol começou a aprender música aos 9 anos, passou por vários projetos e aos 15 anos já tinha agenda para tocar em bares. Atualmente é guitarrista nos Fun2rock e na pandemia começou a estudar música medieval, cuja sonoridade sempre gostou, e desde então já não parou, aprofundando conhecimentos do medieval ao renascimento, passando pelo barroco e até pelo clássico.

“Quanto mais antiga é a música, maior é a viagem e sentires-te transportado no tempo pela música é muito bom”, afirmou.

‘D’Almourol’ é um título de um álbum, o primeiro de Fernando Espanhol em nome próprio, que “remete à majestosa fortaleza que se ergue sobre as margens do rio Tejo em Portugal, onde a História e a Música se encontram e nos transportam para um mundo de cavaleiros, princesas e feitiços”.

A apresentação pública será no domingo, dia 7 de julho, às 17h00, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, num pequeno espetáculo ao vivo, com Fernando Espanhol na guitarra lute e Cristiano Pina nas percussões, e que contará também com a presença de Patrícia Costa a interpretar alguns temas do séc XVII e com o Grupo de Danças e Recriação Histórica Thomar Honoris que vão dar vida às músicas recriando os vários estilos de danças da época para cada música. As entradas são gratuitas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply