Xutos e Pontapés atuaram em Ourém no sábado, perante um mar de gente. Foto: CMO

Um mar de gente tem afluído às festas de Ourém, evento que se prolonga até terça-feira, dia 20 de junho, feriado municipal. No sábado e no domingo, foram muitos os milhares de pessoas que lotaram o imenso espaço da FeirOurém onde atuaram os Xutos e Pontapés e Ana Moura.

Wet Bad Bang, I Love Reggaeton, Xutos e Pontapés, The Peorth, Glossy, Ana Moura, DJ Ziko, C4 Pedro, Smells Like 90’s e Ruizinho de Penacova são os artistas convidados a subir ao palco para abrilhantar as noites da FeirOurém, evento que arrancou na sexta-feira e que decorre até dia 20 de junho, e que conta com dezenas de expositores, mostra de atividades económicas, gastronomia e muita animação.

O evento acontece em toda a área envolvente do Centro Municipal de Exposições e no Parque da Cidade Dr. António Teixeira, onde estão instalados cerca de 140 pontos de atração, como bancas, stands comerciais, de artesanato e mundo rural, diversões, instituições, setor automóvel, bares, street food e restaurantes.

O presidente da Câmara de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, procedeu na tarde de sexta-feira ao tradicional corte da fita, inaugurando o recinto da FeirOurém, que estará de portas abertas até 20 de junho.

FeirOurém decorre até dia 20 de junho em Ourém. Foto: CMO

Luís Miguel Albuquerque faz uma primeira incursão pelo recinto e aos expositores, na companhia dos vereadores Isabel Costa, Rui Vital, Humberto Antunes e Micaela Durão, do presidente da Assembleia Municipal, João Moura, presidentes das Juntas de Freguesia, e demais convidados, tendo usado da palavra para vincar a importância deste evento para a economia do concelho e da própria região.

À semelhança de anos anteriores, a FeirOurém termina no dia 20 de junho, feriado municipal e dia da Cidade, com as cerimónias protocolares e a tradicional Sardinhada Popular. A entrada é gratuita, com bilheteira apenas para os espetáculos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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