FNA 2026 destaca pequenos frutos e aposta na inovação agrícola. Foto: FNA

A Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo regressa de 6 a 14 de junho a Santarém, com destaque para os pequenos frutos, setor em crescimento na agricultura portuguesa.

A edição deste ano da FNA, considerada o maior evento do setor em Portugal, centra atenções nos pequenos frutos – como mirtilos, morangos, framboesas e amoras -, cujo dinamismo e procura têm vindo a aumentar, associados ao valor nutricional e ao peso crescente na produção nacional.

Organizada pelo Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA), a feira afirma-se como uma plataforma de negócios e inovação, reunindo maquinaria, equipamentos, tecnologia agrícola, fatores de produção e serviços, a par de um espaço de encontro entre produtores e consumidores.

O certame integra também momentos de debate sobre os principais desafios do setor, com a participação de especialistas, investigadores e decisores políticos, contribuindo para a modernização da agricultura.

FNA 2026 destaca pequenos frutos e aposta na inovação agrícola. Foto: FNA

Já se encontram à venda os bilhetes para o evento, com várias modalidades, incluindo ingresso diário, caderneta de dez entradas e livre trânsito para todos os dias. A organização prevê ainda entrada gratuita em 8 de junho e para crianças até aos 11 anos.

A programação inclui igualmente o Dia dos Municípios, com participação de vários concelhos ao longo do evento, e um conjunto de iniciativas de animação e promoção territorial.

Na vertente cultural, estão previstos concertos como “Revenge of the 90s”, a 6 de junho, Plutonio e DJ Dadda, no dia 12, e David Antunes com Gabriel o Pensador, a 13.

FNA 2026 destaca pequenos frutos e aposta na inovação agrícola. Foto: FNA

A gastronomia regional, as tradições ribatejanas, o folclore e a música popular voltam a marcar presença, num evento que alia atividade económica, debate e animação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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