A edição de 2026 decorre no Parque Ribeirinho e prolonga-se até ao feriado municipal, dia 13 de junho, juntando música, gastronomia, artesanato, cultura e desporto num programa que o autarca considera pensado para diferentes gerações.
“Efetivamente, temos aqui mais uma Feira do Tejo a iniciar hoje. Esperemos que corra em perfeitas condições até ao fim de semana, onde iremos ter um cartaz diferente, que seguramente irá agradar a diferentes gerações, e todas estas maravilhas que temos aqui à nossa volta, com estas barraquinhas, com estes quiosques, gastronomia, artesanato, tudo um pouco para que possam passar uns momentos felizes em Vila Nova”, afirmou Manuel Mourato, em declarações ao mediotejo.net.
A abertura oficial da Feira do Tejo começou ao final da tarde com a concentração da comitiva oficial na Galeria do Parque, integrando autarcas, vereadores, representantes de entidades civis, associativas e militares, entre outras personalidades.







O programa inaugural incluiu a abertura da exposição de escultura “Transmutação”, da Coleção de Arte da Fundação EDP, seguindo-se a inauguração da mostra de cartazes antigos da Feira do Tejo e da exposição de trabalhos de artes plásticas dedicados a Santo António, padroeiro da vila, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.
A comitiva percorreu depois o recinto do certame, visitando os espaços de artesanato, doçaria, gastronomia, bem como os expositores de atividades económicas, sociais e desportivas representadas no evento.
Em declarações ao mediotejo.net, o autarca sublinhou ainda a importância da participação do movimento associativo local, que encontra na Feira do Tejo um espaço de divulgação e dinamização das suas atividades ao longo do ano.
“A Feira do Tejo é uma forma das associações, do movimento associativo, de um grupo do concelho se mostrar e também ter aqui algum impulso para o que fazem”, referiu.







Segundo Manuel Mourato, a edição deste ano regista uma procura crescente, ao ponto de nem todas as associações terem conseguido lugar no recinto.
“Este ano foi o primeiro em que algumas associações ficaram fora, já nem todos conseguiram ter lugar na Feira, o que é pena, mas é o crescimento”, acrescentou.
O presidente destacou também o cartaz musical da edição de 2026, que inclui nomes como David Antunes & The Midnight Band, Papillon, Festa M80 e José Cid, entre outros espetáculos que vão marcar os cinco dias de festa.
“Destaco o cartaz que temos, já com David Antunes, Midnight Band, o convite do Emanuel Moura, mas também a Festa M80, os Dados Viciados, o José Cid para terminar”, disse.
Para além da música, a programação integra atividades desportivas, culturais e de lazer, como canoagem, danças de salão e iniciativas para todas as idades, num ambiente que se prolonga pelo Parque Ribeirinho com tasquinhas e animação permanente.
Manuel Mourato salientou ainda o caráter agregador do evento, que espera voltar a atrair milhares de visitantes ao concelho.
“É seguramente um momento de reencontro de muita gente, de pessoas que estão fora, de quem é da terra e de quem nos visita. É tudo isto: um momento de encontro numa terra de sorrisos”, afirmou, estimando cerca de 25 mil visitantes nesta edição.













A Feira do Tejo decorre até 13 de junho, dia de Santo António e feriado municipal em Vila Nova da Barquinha, encerrando com o concerto de José Cid e espetáculo piromusical.
A entrada é livre e o evento resulta de uma parceria entre o Município de Vila Nova da Barquinha e o movimento associativo local, consolidando-se como um dos principais momentos do calendário cultural do concelho.
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