Feira Nacional do Cavalo na Golegã. Foto arquivo: Arlindo Homem

A edição de 2025 da Feira Nacional do Cavalo (FNC) – e Feira de São Martinho – vai realizar-se de 7 a 16 de novembro, na Golegã, segundo avança a Equisport, revista sobre o desporto equestre, com edição online.

Até lá, a Golegã, conhecida como a “Capital do Cavalo”, prepara-se para mais uma edição da icónica FNC (XLVIV), Feira Internacional do Cavalo (XXVI) e Feira de São Martinho desde 1571, sendo este o maior e mais importante evento de promoção do Cavalo em Portugal.

A FNC 2025 será palco de um conjunto diversificado de atividades, incluindo competições de alto nível, apresentações de raças de cavalos, exposições, e uma agenda cultural bastante diversificada. A feira continua a ser um ponto de encontro imprescindível para profissionais do setor e para o grande público que deseja conhecer e viver a rica tradição equestre portuguesa.

Feira do Cavalo, na vila da Golegã. Créditos: CMVR

Lembra a Equisport que durante os dez dias do evento, a Golegã estará em festa, acolhendo milhares de visitantes de todo o mundo, que poderão testemunhar a excelência da nossa arte equestre, e ainda desfrutar da gastronomia, do artesanato e da hospitalidade genuína do concelho da Golegã e de toda a região.

Por seu lado, a Câmara Municipal da Golegã e a Associação Feira Nacional do Cavalo, mostram-se com as expetativas altas quanto à consolidação da expansão da FNC que se iniciou em 2024, a que se junta o reconhecimento pela UNESCO da Arte Equestre Portuguesa como Património Imaterial da Humanidade, bem como a candidatura em curso para reconhecimento da própria Feira Nacional do Cavalo como Património Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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