Moçarriense vai disputar a final da Taça do Ribatejo pela primeira na sua história. Foto: CCRDM

Fazendense e Moçarriense carimbaram esta sexta-feira o acesso à grande final da Taça do Ribatejo, após eliminarem, respetivamente, Mação e Vasco da Gama na segunda mão das meias-finais da prova rainha da Associação de Futebol de Santarém. O Moçarriense, da 2ª distrital, chega à final pela primeira na história ao passo que o Fazendense, líder da 1ª divisão, vai tentar conquistar a 6ª Taça para a sua sala de troféus.

O desfecho da eliminatória entre Fazendense e Mação confirmou o equilíbrio esperado para o duelo entre dois dos clubes com mais tradição na competição. Após o empate a uma bola verificado na primeira mão, o segundo embate no Complexo Desportivo Professor José Sousa Gomes seguiu o mesmo guião: novo empate (1-1) no tempo regulamentar, mantendo-se o resultado inalterável no prolongamento.

A decisão acabou por sorrir à equipa de Fazendense, que garantiu a passagem à final ao vencer o desempate por grandes penalidades por 5-3, mantendo vivo o sonho de conquistar o sexto troféu da sua história.

Treinador Zé Miguel leva Fazendense à final da Taça do Ribatejo. Foto arquivo: mediotejo.net

Na outra meia-final, o Moçarriense fez história ao alcançar pela primeira vez a final da Taça do Ribatejo. Depois de ter vencido a primeira mão por 2-1 frente ao Vasco da Gama, a equipa da Moçarria selou a passagem ao empatar 1-1 em Boleiros.

O Moçarriense, que nunca tinha chegado a esta fase da prova, consegue assim o feito histórico de atingir a final, deixando pelo caminho o líder da série B da 2.ª divisão distrital, que não conseguiu dar a volta à eliminatória perante o seu público.

Fazendense e Moçarriense são os finalistas da Taça do Ribatejo 2025/2026. Foto arquivo: mediotejo.net

O Fazendense e o Moçarriense preparam-se agora para o derradeiro encontro, no dia 30 de maio, onde irão disputar o título de sucessor do SC Ferreira do Zêzere, o atual detentor do troféu. O local da final deverá ser anunciado brevemente pela Associação de Futebol de Santarém.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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