Fátima recebe festival que quer contrariar preconceito com filmes de temática religiosa. Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

Fátima vai receber em setembro de 2026 a primeira edição do CineFé – Festival Internacional de Cinema de Temática Religiosa Cristã, que procura mudar a atitude do público para com os filmes de temática religiosa. No sábado, há uma sessão especial de antevisão do novo festival, com exibição de dois filmes nos Missionários da Consolata em Fátima, Ourém.

Na sessão de sábado, a associação de artes cinematográficas Ensaio Imperdível apresentará o projeto que “pretende acabar com o preconceito de que filmes de temática cristã só são destinados a pessoas religiosas”.

O festival CineFé terá uma programação exclusivamente constituída por obras audiovisuais de temática religiosa, procurando “fomentar a produção audiovisual de temática religiosa cristã” e ser “um veículo de intercâmbio cultural e de diálogo, usando a linguagem cinematográfica e audiovisual”, antecipou a organização em comunicado.

“Pretendemos mostrar que o Festival CineFé não só se propõe a derrubar preconceitos sobre o cinema de temática religiosa, mas também a criar uma plataforma inovadora para novos realizadores e para a promoção de um intercâmbio cultural enriquecedor”, acrescentou a Ensaio Imperdível, que tem sede em Ourém.

Em 2026, o projeto levará a Fátima um conjunto de propostas que, além dos filmes, inclui ‘workshops’, ‘masterclasses’ e palestras, para “enriquecer o diálogo cultural e promover os valores que sustentam a iniciativa”.

«CineFé» propõe-se “fomentar a produção audiovisual de temática religiosa cristã” e ser “um veículo de intercâmbio cultural e de diálogo usando a linguagem cinematográfica e audiovisual”.

A sessão de apresentação nos Missionários da Consolata tem início às 16:00 de sábado e inclui a exibição da curta-metragem “New tomorrow”, de estudantes da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, e do documentário “Angelo”, realizado com o apoio da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, e que retrata a perseguição aos cristãos pelo estado ateu da Albânia entre 1945 e 1990.

c/LUSA

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