Em Fátima as Jornadas Internacionais sobre as crianças e o luto foram reagendadas para outubro. Foto: mediotejo.net

A ACISO – Associação empresarial Ourém-Fátima voltou a ouvir os associados sobre a taxa turística municipal e, de novo, a opinião da maioria foi negativa. A direção de Purificação Reis colocou à análise dos associados a questão da taxa, depois de, em setembro de 2018, ter manifestado a sua preocupação face à aplicação deste imposto municipal.

Agora, na sequência de uma nova proposta de regulamento para a qual foi convidada a pronunciar-se, os associados mantiveram a mesma posição anteriormente assumida.

“As alterações na redação da proposta de regulamento da taxa municipal de ocupação turística apresentado pelo município não alteram a posição anteriormente assumida pelos associados, tendo os mesmos votado, de forma unânime, contra a aplicação desta taxa”, afirma a ACISO em comunicado.

Os empresários manifestaram contra a cobrança de um euro diário, por pessoa (com mais de 12 anos) por dormida, até ao limite de três dias e abrange estabelecimentos hoteleiros (hotéis, pensões, pousadas, estalagens, motéis, hotéis-apartamentos); aldeamentos turísticos; apartamentos turísticos; parques de campismo; turismo de habitação; casas de campo; agroturismo; e o alojamento local, entre 1 de abril e 30 de outubro, de cada ano.

Serão isentos os que, apresentem incapacidade igual ou superior a 60%.

A ACISO manifestou a sua disponibilidade para, “participar ativamente na elaboração de uma estratégia num horizonte temporal alargado, que crie compromissos públicos e privados de desenvolvimento sustentado, de forma a se poder perspetivar que investimentos se vão realizar, quando e de onde virão os recursos financeiros necessários”.

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