O Centro de Estudos de Fátima (CEF) e o Colégio de São Miguel realizaram, cada um com as suas características, uma vigília pela defesa da escola com contrato de associação. Na noite de 6 para 7 de maio, cerca de 700 alunos e encarregados de educação reuniram-se nas respetivas escolas de Fátima em defesa deste modelo de ensino.
O CEF foi ainda escolhido como central de recolha e organização de um conjunto de 70 mil cartas de todo o país em defesa da escola de gestão privada. Documentos que serão entregues ao Governo na segunda-feira, 9 de maio.
No concelho de Ourém existem três colégios com contratos de associação: CEF, Colégio de São Miguel e Colégio do Sagrado Coração de Maria. As instituições concentram-se em Fátima, onde não há escola pública, e reunem não só alunos do concelho como também de toda a região envolvente, inclusive do distrito de Leiria.
As notas, em particular nos exames do ensino secundário, têm colocado estas escolas em boas posições nos rankings nacionais, sendo consideradas casos de sucesso a nível municipal.

Noticia interesante. Mas tenho que perguntar: – 1º Porque é que não há ensino público em Fátima?; 2º Porque é que os colégios de Fátima vão buscar muitos alunos a lugares, vilas e cidades das redondezas onde há escola pública? Será que é justo que o estado esteja a pagar também os estudos destes alunos, incluindo certamente os transportes?: 3º Esses colégios, como empresas comerciais que são, pagam impostos ao estado já que devem gerar lucros? Pagam também IMI do seu património imobliário? Quem souber e quiser que responda.