Foto: Santuário de Fátima

O Santuário de Fátima acolheu este sábado, 16 de setembro, a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, com a presença de 35 bandas e cerca de 1600 músicos. Durante a missa, no recinto de oração, o vice-reitor do Santuário, padre Vítor Coutinho, sublinhou a importância da música na vida das pessoas e da igreja em particular.

“A música põe-nos em sintonia com os irmãos e ajuda-nos a rezar todos juntos como sendo um só corpo, como assembleia orante. A música torna o nosso louvor mais solene e desperta em nós emoções que nos abrem horizontes novos”, disse o padre Vítor Coutinho.

A partir de uma citação do papa Bento XVI, na qual afirma que a música nasce da experiência do amor e da dor e da experiência do encontro com Deus, o sacerdote sublinhou a importância da música e do canto em Fátima “porque sem música e sem canto ficamos mais distantes da experiência que aqui nos é oferecida”.

Na homilia da missa celebrada durante a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, uma iniciativa integrada nas celebrações do Centenário das Aparições, que reuniu na Cova da Iria mais de 1600 músicos, provenientes de 13 dioceses de Portugal, o vice-reitor do Santuário elogiou a presença das bandas filarmónicas  que “faz suscitar um belo ambiente de festa e reforça a alegria da celebração”.

Um dos momentos mais singulares da foi o acompanhamento do andor de Nossa Senhora- na entrada e no adeus- por duas filarmónicas, constituídas por 70 músicos cada uma, representando todas as filarmónicas presentes na Peregrinação Jubilar.

No período da manhã decorreram os desfiles fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partiram as bandas: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul, respetivamente. Os desfiles culminaram na Capelinha das Aparições, onde cada banda fez a sua saudação individual.

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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