Fatias de Cá leva Thomaridade a 15 espaços da cidade. Foto: DR

O grupo de teatro ‘Fatias de Cá’ está a promover até 10 de junho o Thomaridade, espetáculo  que é apresentado em vários locais da cidade de Tomar. Composto por 15 cenas, com cerca de 15 minutos cada, as mesmas decorrem nos mais relevantes monumentos nabantinos e incidem sobre ‘A divisa de Thomar’, recriando vários episódios históricos.

As 15 cenas serão representadas em 15 locais emblemáticos de Tomar. Cada cena dura cerca de 15 minutos e é apresentada várias vezes no dia, permitindo que cada visitante escolha o seu próprio percurso pela história e pelo património da cidade.

Com encenação de Carlos Carvalheiro, o Fatias de Cá está a realizar desde sábado, dia 7, e até 10 de junho, o espetáculo Thomaridade, onde se representam, pelo vasto património tomarense, 15 episódios passados ou relacionados com Tomar, que tiveram relevância na História de Portugal e, por vezes, na do mundo.

O bilhete permite acesso a todas e em qualquer dos horários. Datas: 7 a 10 de junho Horas: 9h09 às 23h59. Valor: 11,11€. Reservas em www.fatiasdeca.pt e os bilhetes devem ser levantados, no dia do espetáculo, no quiosque do Café Paraíso, em Tomar. Mais informações AQUI.

Criado em Tomar em 1979, o Fatias de Cá tem centros de produção em Lisboa, Coimbra, Tomar, Torres Novas e Almourol. 

Atualmente, com 67 peças no repertório e incontáveis presenças em monumentos e locais icónicos de norte a sul do país, o Fatias de Cá, que apresenta como lema uma frase que Brecht atribuiu a Galileu: “não resistir a uma ideia nova nem a um vinho velho”, afirma acreditar que “o teatro deve promover um espaço de partilha de um momento que comove, diverte e informa”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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