A exposição “mostra como foi importante caminhar em pé na história da nossa evolução, ou o mais antigo testemunho de um passeio familiar, há quase 4 milhões de anos”. Por outro lado, “permite ver como foi a evolução desde o tempo de antepassados comuns a vários primatas, há mais de 20 milhões de anos, até à atualidade, passando pelo momento em que a nossa linhagem se foi separando dos outros primatas, há quase 7 milhões de anos”.
“Todos os seres humanos que existem hoje no planeta Terra pertencem a uma única espécie. Apesar da nossa diversidade cultural, partilhamos a mesma estrutura física, as mesmas características motoras, as mesmas capacidades intelectuais e as mesmas necessidades de sobrevivência. Hoje não há diferentes raças humanas e somos muito mais parecidos uns com os outros do que por vezes imaginamos. Mas nem sempre foi assim. Até há poucos milhares de anos, a nossa espécie, os chamados Homo sapiens sapiens, partilhou o planeta com outros humanos, como os neandertais, os denisovianos ou os floresiensis. Temos, por outro lado, muitas semelhanças com alguns primatas atuais, como os chimpanzés ou os bonobos: eles também fabricam instrumentos, temperam os alimentos, cuidam dos mais velhos e dos doentes … e também são capazes de serem violentos com os seus iguais”, pode ler-se no comunicado acerca desta exposição temática.

